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(Se você já curte o Cinema em Cena e quer ajudá-lo a continuar existindo, é só clicar numa das opções de colaboração acima - e muito, muito obrigado. Considere estar ganhando um abraço apertado neste momento. Agora, se você precisa de mais argumentos antes de tomar uma decisão, vamos lá:)


Quando comecei minha carreira, há 22 anos, tinha a esperança de usar a crítica não só como forma de expressar meu amor pelo Cinema, mas também de espalhá-lo. Já em 1994, quando escrevia pequenos textos para um jornal regional de Belo Horizonte e, logo depois, para vários BBS da cidade (Bulletin Board System, ou Internet Pré-Histórica), comecei a desenvolver uma forma própria de usar cada filme como ponto de partida para falar de Cinema de modo geral – e logo depois de fundar o Cinema em Cena, em 1997, publiquei um texto chamado “Para que serve o crítico, afinal?” no qual dizia, entre outras coisas:

“O crítico pode auxiliar – e muito – na formação de um público mais exigente, o que, eventualmente, pode até mesmo acarretar em uma melhoria na qualidade das produções.(...) Não é papel do crítico formar a opinião de seu leitor, mas sim o de auxiliar na formação de sua própria consciência crítica. O bom crítico é aquele que, com o passar dos anos, vê seu público tornar-se gradativamente mais exigente e menos susceptível a obras maniqueístas, formulaicas.”

Eu tinha cerca de 25 anos quando escrevi estas palavras e hoje, com quase 42, continuo a acreditar nelas.

A crítica, quando bem realizada, não apenas ilumina um filme (mesmo que este seja horrível), mas funciona como uma forma de expressão artística construída em resposta a outra. Uma boa crítica não deixa de ter função quando a obra que discute sai de cartaz ou é esquecida, podendo ser lida de forma independente sem, com isso, perder o sentido.

Gosto de acreditar que desempenhei razoavelmente bem esta função nestes 19 anos de Cinema em Cena.


Porém, em uma época na qual praticamente todos os principais sites jornalísticos e opinativos adotaram a prática de publicar textos cada vez mais curtos, superficiais, por acharem que só assim manterão a atenção dos leitores, minhas críticas passaram a se encaixar no que muitos começaram a chamar de “textão”. E, aparentemente, não há muito apelo comercial em análises longas sobre filmes, sejam estes lançamentos ou clássicos.

Além disso, as coberturas de festivais por boa parte dos veículos passaram a ser feitas através de agências de notícias – muitas vezes internacionais -, que, por natureza, tendem a ser genéricas para que possam atender a todo tipo de “mercado”.

Pois meu foco são meus leitores. Vocês. Sempre afirmei ter os melhores leitores do mundo – e não pelo carinho com que me tratam (embora eu adore isso também!), mas pela paixão com que enxergam o Cinema e pelo interesse que demonstram em ler textos mais profundos sobre todo tipo de filme. Quando cubro um festival, por exemplo, busco discutir cada obra independentemente em vez de fazer comentários rasos sobre o evento de modo geral, empacotando quatro ou cinco títulos em cada parágrafo. E quando escrevo um Jovem Clássico, então, a intenção é a de dissecá-lo com o amor e o respeito que inspira em mim.

Porque sem amor e respeito um crítico não sobrevive. É preciso tratar cada obra com a mesma atenção que seria dedicada a um clássico, pois há muito que aprender mesmo com os desastres de Adam Sandler. Nem que seja pelo contraexemplo.

Quando anunciei que não havia mais dinheiro para continuar com o Cinema em Cena – e, consequentemente, com minhas críticas -, recebi tantas mensagens lindas que, confesso, foi impossível não ficar profundamente comovido. Ao expressar meu desconforto ao criar uma forma de colaboração financeira com o site, escrevi que não me sentia à vontade para fazê-lo sem ter o que oferecer em troca - e, de novo, me vi tocado por todos que responderam afirmando que as críticas eram o que bastava ou expressando suas ligações com o Cinema em Cena ao longo dos anos. Finalmente, percebi que não podia simplesmente desistir de um projeto de quase duas décadas. Não sem tentar uma última vez. “Se você construir, eles virão”, dizia a voz de Campo dos Sonhos. Pois considerem esta campanha de colaboração como sendo minha iniciativa de derrubar o milharal para construir um campo de jogo em seu lugar com a expectativa sonhadora de vê-lo atraindo quem divide esta minha paixão. (Soou cafona? Bom, parafraseando Pessoa, todas as declarações de amor o são. O que posso fazer?)

A ideia, portanto, é a de permitir que o Cinema em Cena continue não só existindo (e mantendo todo o arquivo no ar), mas oferecendo a vocês as críticas, colunas como a Cinema em Streaming, coberturas de festivais e os Jovens Clássicos. Além, claro, dos vídeos no YouTube – incluindo o Cenas em Detalhes. Se bobear, até o Snapchat passarei a usar com mais frequência (embora, neste último caso, eu não esteja prometendo nada!).

O campo está aberto. Espero que venham comigo.

Um grande abraço e bons filmes!

>

Cinema em Cena: www.cinemaemcena.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/pablovillaca01
Twitter: @pablovillaca
Snapchat: @pablovillaca

O quê? Ainda tem perguntas sobre a colaboração? Vejamos se consigo esclarecê-las:
 

O Pablo vai enriquecer com esta campanha de colaboração? Estou colaborando para que ele compre uma mansão na Riviera francesa?

Não. Na realidade, ao longo destes 19 anos, jamais ganhei dinheiro com o site – o que não deixa de ser triste, pra ser sincero. Aliás, considerando o número considerável de leitores que o Cinema em Cena atraiu ao longo dos anos, chega a ser digno de nota o fato de minha incapacidade como “homem de negócios” ter desperdiçado o potencial comercial do site.

 

Verdade. Já vi sites com público bem menor e menos fiel do que o do Cinema em Cena transformando seus criadores em milionários.

Ok, não precisa jogar na minha cara.

 

Mas voltando ao assunto de "dinheiro"...

Você está obcecado com isso, hein?

 

Ué, se você está pedindo para que eu colabore com o site, tenho o direito de perguntar, não?

Verdade. Perdoe-me. Vá em frente, pergunte.

 

E aqueles que começaram a colaborar com o site em 2014, quando você lançou a primeira campanha, e nunca cancelaram e seguem colaborando através do PayPal? Precisam cancelar e refazer tudo?

Não, de forma alguma. Aliás, muito obrigado a eles pelo apoio nestes dois anos; não foram muitos os que seguiram conosco por tanto tempo. Tomara que os demais voltem também!

 

Bom, mas o que eu queria saber mesmo é o seguinte: como você empregará o que arrecadar com nosso apoio?

Em primeiro lugar, com os custos para manter o site no ar. Estamos hospedados na Amazon, o que nos traz algumas seguranças: velocidade de acesso, a garantia de que o site dificilmente “cairá” e um backup que nos tranquiliza quanto ao risco de subitamente perdermos tudo o que publicamos nestes 19 anos. Da mesma maneira, cobriremos também os custos para manter nossos arquivos no ar – basicamente, o que publicamos desde 1997, mas não foi migrado para a versão atual do Cinema em Cena depois que extinguimos sessões como as de notícias. Para completar, há a hospedagem do Fórum e do blog Diário de Bordo.

Além disso, há a manutenção técnica do site e a atualização da programação e do design para que o Cinema em Cena não se torne um fóssil digital - e a meta é estrear o novo layout a tempo de comemorar nosso aniversário de 19 anos, em 14 de Outubro. Por fim, parte do valor arrecadado será empregada para ajudar na cobertura de alguns dos principais festivais de Cinema, o que manterá os leitores sempre a par dos títulos que se tornarão relevantes ao longo do ano.

 

Por que para "ajudar" - e ainda em itálico? O que quer dizer com isso?

Que continuarei a fazer o que sempre fiz ao longo de todos estes anos: cobrindo parte dos gastos com meu próprio dinheiro. Eu simplesmente não me sinto à vontade com a ideia de pedir colaboração dos leitores para viajar para estes eventos.

 

Mas por que não? A função do site não é justamente a de discutir os filmes importantes que surgem nestes festivais?

Sim, também. Mas ainda assim ficarei mais tranquilo se pagar parte dos gastos do meu próprio bolso.

 

Orgulhoso, hein?

Talvez seja isso. Vou discutir com minha terapeuta.

 

Peraí. Agora que disse isso, me veio uma curiosidade: se você nunca lucrou com o Cinema em Cena, você vive de quê? Como vai pagar parte das viagens se não recebe salário ou pro labore do site? 

Você é indiscreto pra caramba, hein? Como é que você paga suas contas?

 

Eu perguntei primeiro.

A resposta é simples e conhecida de todos que me acompanham ao longo dos anos: eu ministro cursos por todo o Brasil. De 2009 a 2016, tive mais de 3.500 alunos em cidades espalhadas por todas as regiões do país.

Ah, e faço fotos nu.

 

Verdade?!

Não.

 

Se eu colaborar financeiramente com o site, você me manda um nude?

Não.

 

E se eu colaborar, digamos, com 10 mil reais?

Confira seu email.

 

Uau! Você está mais em forma do que parecia!

Obrigado.

 

Ah, se eu colaborar com a anuidade, diz ali que eu ganho uma cópia do seu fantástico livro "Os Filmes da Sua Vida Têm Muito Mais para Contar", que alguns consideram como um clássico da literatura universal. É possível escrever uma dedicatória para mim ou para alguém que eu peça? (Ah, o frete está incluso na anuidade, certo?) 

Não que eu esteja querendo colaborar só para ganhar o livro, claro!

Não há necessidade de embaraço, pessoa hipotética que está fazendo todas estas perguntas. Sim, o frete está incluído. E sim, escreverei uma dedicatória com o maior prazer. Além disso, todas as pessoas que colaborarem em todos os "planos" terão seus nomes incluídos numa página de "Padrinhos e Madrinhas" do Cinema em Cena como forma de reconhecimento. (A não ser que não queiram, claro. Há gente tímida por aí.) Aliás, buscarei ler esta página todos os dias antes de dormir, mentalizando coisas positivas para cada pessoa citada ali. 

 

Ok, me convenceu. O Cinema em Cena merece meu apoio. Vou colaborar com ele. Mas posso ajudar também em mais alguma coisa?

Sim. Eu agradeceria imensamente se você apresentasse o site para seus parentes, amigos e colegas de trabalho. Quem sabe eles também não passam a apreciá-lo a ponto de se tornarem colaboradores? São 19 anos de existência, afinal de contas – o site de Cinema mais antigo da Internet brasileira e um dos mais antigos do mundo.

 

Feito! Estou torcendo para que o Cinema em Cena consiga colaboradores em número suficiente para continuar existindo por muitos anos!

Você é muito gentil. Toma um coração: <3
E obrigado!

 

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