MAIS SONY BLU-RAY PARA JUNHO!

by Kas 30. April 2009 16:22

Cortesia do amigo Alexandre Marinho, do HT Fórum:

    

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SONY ANUNCIA SEUS BLU-RAYS PARA JUNHO

by Kas 30. April 2009 08:51

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MAIS BLU-RAY FOX PARA JUNHO

by Kas 30. April 2009 08:46

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X-MEN ORIGENS - WOLVERINE

by Kas 30. April 2009 07:29

Mutantes super poderosos e virtualmente invencíveis, militares enlouquecidos, experiências genéticas dolorosas e irreversíveis, traumas de infância mal resolvidos. Prato cheio para um herói com um fator de cura como o de Wolverine. Difícil mesmo é enfrentar a crise econômica, a pirataria e a gripe suína, ameaças mais reais, ainda que menos palpáveis, ao primeiro longa solo do personagem, X-MEN ORIGENS - WOLVERINE (X-MEN - ORIGINS: WOLVERINE, EUA, 2008), que chega aos cinemas brasileiros hoje e mundiais amanhã. Exceto no México, onde a epidemia suína conseguiu fechar os cinemas, logo agora, no início da temporada mais rentável do cinema norte-americano. Como se não bastasse, um mês antes o filme vazou para a internet, numa versão incompleta, o que não impediu que fosse baixada por milhares de pessoas ao redor do mundo.

Na verdade, chamá-lo de longa solo é forçar a barra, já que provavelmente tem mais mutantes – conhecidos e desconhecidos – na trama que todos os demais filmes dos X-Men juntos. A estratégia da Fox é simples: não só agradar aos fãs, que reconhecerão personagens queridos aqui e ali, como também prepará-los para futuros desdobramentos da série com estes personagens. Tudo isso utilizando a popularidade de Wolverine como chamariz.

Criado em 1974 pelo roteirista Len Wein, como um coadjuvante de uma história do Incrível Hulk, Wolverine é hoje, ao lado do Batman, o mais popular dos personagens de quadrinhos. É fácil detectar que seu aspecto sujo, suas ações violentas e politicamente incorretas são mais condizentes com esses tempos cínicos que o bom mocismo de um Superman, por exemplo. São as imperfeições de Wolverine que o definem. Este fuma, bebe, mata, canta a mulher alheia e se deixa levar pelo instinto mais do que é compatível com as noções de civilidade. Em suma, é um macho alfa como não se existe mais, que foi extinto pelo feminismo e pelas atuais realocações das obrigações conjugais. É um personagem com quem os homens gostariam de trocar de lugar e com o qual as mulheres não se importariam de ser subjugadas, pelo menos por alguns momentos. Como define bem sua colega de equipe compromissada Jean Grey (Famke Janssen) em X-MEN 2, as mulheres flertam com os bad boys (como Wolverine), mas se casam com os bons rapazes (como seu noivo Ciclope).

Em sua transição para a tela grande, muita dessa virilidade e macheza do personagem se perdeu. Nos quadrinhos, Wolverine é baixinho, feio e animalesco. Em troca, no cinema ganhou os contornos mais esguios, elegantes e acessíveis do galã Hugh Jackman. Por pouco a história não seria outra, já que o ator originalmente escolhido pelo cineasta Bryan Singer para o papel era o escocês Dougray Scott (da série DESPERATE HOUSEWIVES), que quebrou o braço na véspera das filmagens, cedendo lugar para o desconhecido australiano Jackman. Ex-ator de musicais de teatro, Jackman injetou vulnerabilidade, doçura e romantismo no personagem, e conseguiu agradar tanto aos fãs mais ferrenhos quanto ao grande público (feminino, inclusive) que nunca tinha ouvido falar em mutantes na vida. É um plus ele se parecer na série com um jovem Clint Eastwood, que já representou no passado essa idéia de masculinidade.

Se nos três filmes da série X-MEN Wolverine já era a figura proeminente, assumindo até mesmo o manto de líder que nunca teve nos quadrinhos, em X-MEN ORIGENS - WOLVERINE é realmente o dono da bola. O filme do sul-africano Gavin Hood (uma espécie de Tony Scott menos afetado, oscarizado por INFÂNCIA ROUBADA e autor do thriller político O SUSPEITO) acompanha a trajetória do herói desde a infância, no Canadá do final do século XIX. Isto mesmo. Wolverine, ou Logan, como é chamado pelos íntimos, tem mais de 120 anos, e seu botox natural é o fator de cura que configura seu principal poder mutante(os outros são os sentidos aguçados), responsável por retardar seu envelhecimento. Traumatizado por uma tragédia familiar e pela descoberta de seus poderes, Logan e seu meio irmão Victor, também mutante, fogem de casa, rodando o mundo em busca de aventuras. Na empolgante sequência de créditos iniciais, vemos Logan e Victor participando dos principais conflitos mundiais do século XX, da Primeira Guerra à Guerra do Vietnã, sempre sobrevivendo à morte certa graças à seus poderes mutantes, algo que mantém escondidos dos demais humanos. Vemos também Victor desenvolver ao longo dos anos um prazer cada vez maior em dilacerar tudo que encontra pela frente, afastando-se gradualmente, para o horror de Logan, da humanidade. É inevitável que acabem enfrentando um ao outro.

Se o filme permanecesse neste embate, ganharia um lastro dramático que se esvai na medida em que são introduzidos novos conflitos e personagens que só fazem infantilizar a trama. Atrapalha bastante o aspecto apressado e a falta de melhor acabamento de algumas cenas e efeitos. Não é difícil perceber que o estúdio mira justamente os mais jovens. Nas lutas brutais e mortais não é vislumbrada uma gota de sangue sequer nas lâminas que se projetam das mãos de Wolverine. As próprias escolhas temáticas revelam esta tendência em agradar ao fã de última hora. Nos quadrinhos, Wolverine sofre de uma amnésia similar a do agente Jason Bourne, da série estrelada por Matt Damon. Sua origem e a razão pela qual perdeu a memória, mote deste longa do personagem, foram criadas relativamente há pouco tempo, para saciar a ânsia dos leitores em conhecer mais sobre o passado de seu herói favorito. Das sagas clássicas mesmo, WOLVERINE, o filme, só arranha a popular graphic novel ARMA X, que mostra como o mutante ganhou seu esqueleto e suas garras de adamantium (que no universo Marvel é o metal mais resistente do universo) numa experiência genética do governo. Buscar o público jovem é uma das estratégias do estúdio em compensar os revezes causados pela pirataria e pela gripe suína. A outra é disponibilizar o filme com cópias com finais alternativos, cada qual para um cinema diferente, de forma a incentivar o público a rever o filme diversas vezes. Tem alguma dúvida de que até o final de semana todos esses finais estarão no You Tube?   

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Cinema

AJUDE A ESCOLHER O PRÓXIMO BLU-RAY DA CRITERION!

by Kas 29. April 2009 10:25

Coisa mais bacana do dia! A Criterion e a Amazon estão pedindo sua opinião sobre qual deve ser o próximo lançamento em alta definição da distribuidora. São cinco os títulos disponíveis para votação, e como tudo mais da Criterion, todos merecem ver a luz do dia em HD:

  • AS QUATRO FACES DO MEDO (KWAIDAN, Masaki Kobayashi)
  • PICNIC NA MONTANHA MISTERIOSA (PICNIC AT HANGING ROCK, Peter Weir)
  • ADEUS MENINOS (AU REVOIR LES ENFANTS, Louis Malle)
  • DAUNBAILÓ (DOWN BY LAW, Jim Jarmurch)
  • RETORNO A HOWARDS END (HOWARDS END, James Ivory)

Mas, tendo de escolher, fico com um dos três primeiros, que são geniais. Mais ainda KWAIDAN, talvez o maior dos filmes de horror japoneses (com certeza o mais deslumbrante).

KWAIDAN! KWAIDAN! KWAIDAN! (E coloque PICNIC AT HANGING ROCK e AU REVOIR LES ENFANTS nas observações adicionais de seu voto!)

Você tem até 25 de maio para dar seu palpite. Clique aqui para votar

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MAIS FOX EM BLU-RAY NO BRASIL

by Kas 28. April 2009 05:24

Falei aqui dos lançamentos iminentes de X-MEN TRILOGIA e OU TUDO OU NADA pela Fox em Blu-ray no Brasil. Mas eis que a distribuidora nos avisa de mais títulos aportando nos próximos meses. Começando pelo último James Bond 007 - QUANTUM OF SOLACE, que, curiosamente sai pela Fox (em 20 de maio) enquanto o anterior CASSINO ROYALE é da Sony. QUANTUM OF SOLACE não é tão bom quanto ROYALE, em parte pelo fato de Marc Forster não ter a mesma intimidade que a dupla Martin Campbell/Stuart Baird (diretor e montador de ROYALE) com a narrativa e a ação. Mas é uma aventura digna, com Daniel Craig se firmando como o melhor Bond desde Mr. Connery.

Não vi ESPELHOS DO MEDO (sai em 03 de junho), a refilmagem de Alexandre Aja para o coreano ESPELHOS. Mas vi o original e este não me impressionou muito. E você, o que me diz? Vale a pena conferir o filme do Aja?

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O DESPERTAR DE UMA PAIXÃO

by Kas 27. April 2009 08:46

Uma das primeiras dentre as distribuidoras brasileiras a disponibilizar títulos em Blu-ray (a outra foi a Europa Filmes), a Imagem Filmes já lançou cerca de vinte títulos em alta definição. Claro que, comparando com os equivalentes da distribuidora em DVD, os BDs (como são chamados os Blu-ray Discs) trazem as melhorias esperadas da resolução extra. Ainda assim, a distribuidora vem sendo bastante criticada por algumas decisões duvidosas que envolvem seus lançamentos no formato.

Começando pela opção de não incluir áudio sem compressão em todos os seus títulos. Uma das grandes vantagens do Blu-ray com relação ao DVD é a possibilidade de incluir faixas de áudio sem as perdas resultantes de suas conversões em arquivos comprimidos, como acontece com o DVD. Desta forma, o Blu-ray permite agregar um áudio tal qual o presente no máster original, superior mesmo ao que vai para os cinemas. A Imagem Filmes, por contenção de custos ou outro motivo inexplicável, optou por utilizar as mesmas faixas de áudio comprimidas de suas edições em DVD. Ou seja, no aspecto sonoro, não existirá a menor diferença entre o DVD e o BD da distribuidora. Outra decisão lamentável é a de alterar o formato de tela original de grande parte dos títulos, de forma a encaixar completamente na tela de uma TV de LCD ou plasma. O que o consumidor médio não sabe é que essa atitude faz com que cerca de um terço da imagem captada pelas câmeras, geralmente nas laterais da tela, sejam cortadas e desprezadas, mutilando completamente a concepção original do diretor. Um crime, tanto contra a obra original como contra o consumidor, que paga pela obra inteira e recebe apenas parte dela. 

Vejamos o caso de um bom título da distribuidora que recebeu este tratamento infame, o drama romântico O DESPERTAR DE UMA PAIXÃO (THE PAINTED VEIL, China/EUA, 2006), filme que capricha na elaboração visual, da escolha de cores e composições da fotografia ao empenho na reconstituição de época de seus cenários e figurinos. Parte desta labuta se perde com a mutilação do formato de tela empreendido pela distribuidora.  

O DESPERTAR DE UMA PAIXÃO é uma adaptação do romance O VÉU PINTADO de W. Somerset Maughan (1874-1965), que já rendera nos anos 30 uma versão fílmica estrelada por Greta Garbo e Herbert Marshall. Nesta refilmagem empreendida pelo diretor John Curran (cujo filme anterior, TENTAÇÃO, passou batido nos cinemas brasileiros), os protagonistas são os sempre confiáveis Naomi Watts e Edward Norton (também produtores). Na segunda metade dos anos 1920, Kitty (Watts), uma britânica de classe média que se casa por conveniência com Walter Fane (Norton), um tímido bacteriologista que mora e trabalha em Xangai, numa China nas vésperas de uma revolução social. O casamento sem amor por parte de Kitty e o tédio a levam a um caso extraconjugal com um diplomata (Liev Schreiber, o Dentes de Sabre de WOLVERINE), e a conseqüente descoberta da traição pelo marido, que para se vingar, aceita um trabalho voluntário num vilarejo assolado pela cólera, levando a esposa a tira-colo. 

O que se segue é uma jornada de descoberta, tanto exterior quanto interior, típica do escritor, autor também de O FIO DA NAVALHA (duas vezes adaptado pelo cinema, uma com Tyrone Power e outra com Bill Murray), que também versava sobre uma viagem espiritual. É um filme bonito, com dois atraentes atores em belas interpretações, e uma trama que mescla com inteligência o conturbado clima político e o drama íntimo do casal. Apesar da qualidade de imagem estar em si muito boa e livre de maiores manipulações digitais, o fato de estar com o enquadramento original mutilado (sem falar na ausência de áudio sem compressão e de extras) compromete em grande parte a emoção e o prazer do espectador.

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Blu-ray - Resenhas

NOVOS TÍTULOS DA FOX EM BLU-RAY PARA JUNHO

by Kas 24. April 2009 12:38

A presença de legendas em português nas edições americanas já davam a pista de que não iria demorar a sair por aqui, mas agora é oficial: TRILOGIA X-MEN sai em junho em Blu-ray no Brasil num box com os três filmes da série (não se sabe ainda se duplos, como nos EUA).

Outro título da Fox que sai por aqui nessa época é OU TUDO OU NADA (THE FULL MONTY), aquela modesta comédia inglesa que tomou de assalto o mundo ao mostrar striptease de proletariados.

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Blu-ray

A BELA JUNIE

by Kas 24. April 2009 04:42

Existe algo de Valerio Zurlini em A BELA JUNIE (LA BELLE PERSONNE, França, 2008), filme do francês Christophe Honoré, de EM PARIS e CANÇÕES DE AMOR. Uma tristeza palpável, quase melancólica, que remete ao autor de A PRIMEIRA NOITE DE TRANQUILIDADE (1972), no retrato que Honoré faz de estudantes e professores parisienses do ensino médio. Uma angústia que pode estar associada à fase da vida pela qual passam os adolescentes, quando aprendem (será que aprendem?) a lidar com sentimentos e desejos.

É interessante comparar a escola de A BELA JUNIE com a de ENTRE OS MUROS DA ESCOLA, também em cartaz. Enquanto a última é terrivelmente fria e impessoal, um espaço que se isenta dos dramas que abriga, a de JUNIE transpira história e cultura. Seus alunos aprendem diversas línguas, freqüentam a cinemateca francesa, fazem excursões a outros países europeus. São personagens mais propensos, portanto, às dores existenciais da adolescência.

A bela Junie do título é Léa Seydoux (que apesar da pouca experiência já chamou a atenção de Ridley Scott e Quentin Tarantino para, respectivamente, ROBIN HOOD e INGLOURIOUS BASTERDS), enquanto Louis Garrel, ator preferido da nova geração de cineastas franceses, faz Nemours, professor de italiano que cai de amores pela jovem aluna, novata na escola onde leciona. O paralelo com A PRIMEIRA NOITE DE TRANQUILIDADE, que também falava sobre a paixão de um professor (Alain Delon) por sua aluna (a belíssima Sonia Petrovna) se estende aqui. Mas é apenas um dos novelos que Honoré irá desenrolar em seu pequeno e amargo conto de amor fugidio.

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Cinema

COMPETIÇÃO OFICIAL DE CANNES 2009

by Kas 23. April 2009 04:07

Filme de abertura :  Peter DOCTER - UP - Fora de competição - 1h35
Filme de encerramento: Jan KOUNEN - COCO CHANEL & IGOR STRAVINSKYFora de competição - 2h00

MOSTRA COMPETITIVA:

Pedro ALMODÓVAR - LOS ABRAZOS ROTOS (Broken Embraces) - 2h09
Andrea ARNOLD - FISH TANK - 2h02
Jacques AUDIARD - UN PROPHÈTE - 2h35
Marco BELLOCCHIO - VINCERE - 2h08
Jane CAMPION  -  BRIGHT STAR - 2h00
Isabel COIXET - MAP OF THE SOUNDS OF TOKYO -1h44
Xavier GIANNOLI - A L’ORIGINE - 2h30
Michael HANEKE  - DAS WEISSE BAND (The White Ribbon) - 2h24
Ang LEE - TAKING WOODSTOCK -1h50
Ken LOACH - LOOKING FOR ERIC - 1h59
LOU Ye - CHUN FENG CHEN ZUI DE YE WAN (Spring Fever) - 1h55
Brillante MENDOZA - KINATAY - 1h45
Gaspar NOE - ENTER THE VOID - 2h30
PARK Chan-Wook  -  BAK-JWI - (Thirst) - 2h13
Alain RESNAIS - LES HERBES FOLLES - 1h36
Elia SULEIMAN - THE TIME THAT REMAINS - 1h45
Quentin TARANTINO - INGLOURIOUS BASTERDS - 2h40
Johnnie TO - VENGEANCE - 1h48
TSAI Ming-liang - VISAGE (face)- 2h18
Lars VON TRIER - ANTICHRIST - 1h44

UN CERTAIN REGARD
 
BONG Joon Ho - MOTHER - 2h10
Alain CAVALIER - IRENE -1h23
Lee DANIELS - PRECIOUS - 1h49
Denis DERCOURT - DEMAIN DES L'AUBE - 1h36
Heitor DHALIA - À DERIVA (Adrift)- 1h43
Bahman GHOBADI - KASI AZ GORBEHAYE IRANI KHABAR NADAREH (Nobody Knows About The Persian Cats)- 1h06
Ciro GUERRA - LOS VIAJES DEL VIENTO (Les Voyages Du Vent) - 1h57
Mia HANSEN-LOVE - LE PÈRE DE MES ENFANTS - 2h00
Hanno HÖFER, Razvan MARCULESCU, Cristian MUNGIU, Constantin POPESCU, Ioana URICARU:
AMINTIRI DIN EPOCA DE AUR (Tales from The Golden Age) - 2h18
Nikolay KHOMERIKI - SKAZKA PRO TEMNOTU (Tale In The Darkness)- 1h12
HIrokazu KORE-EDA -  KUKI NINGYO (Air Doll)- 2h05
Yorgos LANTHIMOS - KYNODONTAS (Dogtooth) - 1h34
Pavel LOUNGUINE - TZAR (Le Tsar) - 1h56
Raya MARTIN - INDEPENDENCIA - (Independence) - 1h17
Corneliu PORUMBOIU - POLITIST, ADJECTIV (Policier, Adjectif) - 1h55
Pen-Ek RATANARUANG - NANG MAI (Nymph)- 1h49
João Pedro RODRIGUES - MORRER COMO UM HOMEM (Mourir Comme Un Homme) - 2h13
Haim TABAKMAN - EYES WIDE OPEN - 1er film -1h31
Warwick THORNTON - SAMSON AND DELILAH - 1er film - 1h41
Jean VAN DE VELDE - THE SILENT ARMY - 1h32

FORA DE COMPETIÇÃO:
                     
Alejandro AMENABAR - AGORA - 2h08
Terry GILLIAM - THE IMAGINARIUM OF DOCTOR PARNASSUS - (L'imaginarium du Docteur Parnassus) - 2h02
Robert GUÉDIGUIAN - L'ARMÉE DU CRIME - 2h05
         
SESSÕES DA MEIA-NOITE:           
           
Stéphane AUBIER, Vincent PATAR - A TOWN CALLED PANIC (Panique au village) -1er film - 1h15
Sam RAIMI - DRAG ME TO HELL (Jusqu'en enfer) - 1h39
Marina de VAN - NE TE RETOURNE PAS - 1h50            
           
SESSÕES ESPECIAIS:            
            
Anne AGHION - MY NEIGHBOR, MY KILLER (Mon voisin, mon tueur) - 1h20
Adolfo ALIX, JR., Raya MARTIN - MANILA -1h30
Souleymane CISSE - MIN YE - 2h15
Michel GONDRY- L'EPINE DANS LE COEUR - 1h22
Zhao LIANG - PETITION (La Cour des plaignants) - 2h00
Keren YEDAYA - KALAT HAYAM  (Jaffa) - 1h50

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