Podcast | PODCAST #176: STRANGER THINGS
Baixar Podcast | Feed RSS | Assinar no iTunes | Publicado em 12/08/2016

Sobre este podcast:

 

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Em mais uma edição dedicada a uma série de TV, o Podcast Cinema em Cena coloca em debate Stranger Things, produção da Netflix criada pelos irmãos Matt Duffer e Ross Duffer, que se basearam na nostalgia dos anos 80 para conceber uma história de mistério, ficção científica e suspense repleta de referências aos filmes daquela década. O elenco traz Winona Ryder, David Harbour, Matthew Modine, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Natalia Dyer, Charlie Heaton e Joe Keery.

Programa apresentado e produzido por Renato Silveira, com os comentários de Stephania Amaral, da equipe Cinema em Cena; de Isabel Wittmann, da coluna Vestindo o Filme e do blog Estante da Sala; de Marcelo Seabra, do blog O Pipoqueiro; e de Raquel Gomes, dos blogs Moda Útil e Cinematório.

Edição e mixagem de áudio: Eduardo Garcia.

Interaja com os demais ouvintes nos comentários abaixo. Tem um recado para a nossa equipe? Envie sua mensagem para o e-mail cinema@cinemaemcena.com.br

EXTRAS:

- Vídeo compara cenas de Stranger Things com os filmes originais em que os irmãos Duffer se inspiraram:

- A atriz Millie Bobby Brown cantando uma música de Amy Winehouse em seu canal no YouTube:

  • THIAGO LUCIO OLIVEIRA DA SILVA em 19/10/2016 às 14:38

    Gostei bastante da série e não concordo que ela sobreviva apenas pelo tom nostálgico. Acho que ela sabe fazer o bom uso das referências, mas tem personalidade própria também. A série tem umas "barrigas" aqui e ali, mas de maneira geral a série é bem atraente.

  • sergio eduardo em 20/08/2016 às 12:53

    Com os comentários no começo do programa sobre a série ser um produto do que os assinantes mais gostam de ver, seria Stranger Things um caso de produção criada por "computador"? Como um enlatado industrial em que se colocam os ingredientes corretos transformando em algo que a maioria das pessoas goste. Vocês me fizeram pensar sobre isso a respeito das informações que eu não sabia sobre a Netflix usar dados dos assinantes

  • Alan Pires Ferreira em 17/08/2016 às 09:56

    Com relação ao garoto negro ser retratado como reacionário isso reflete uma infeliz realidade: sempre que o membro de uma minoria perseguida é aceito em um ambiente conservador ele se torna o mais conservador do ambiente. Observem como todos os imigrantes brasileiros nos EUA desprezam vigorosamente os americanos liberais que os acolhem de braços abertos, enquanto embaraçosamente bajulam os americanos extremistas de direita que tentam expulsá-los de lá chamando-os de "macacos latinos". (Literally they take for granted liberal love and urge for conservative acceptance.)

    As estatísticas demonstram que os negros estadunidenses são disparado o grupo mais carola, reacionário, misógino e homofóbico do país. Quando a rede de lanchonetes Chick-fil-A fez um movimento contra o casamento gay foram os que mais apoiaram a ação que poucas décadas antes seria contra o casamento interracial. Parece que o pensamento dominante segue a linha: "Antes não nos aceitavam nesse ambiente refinado; agora que nos aceitam vamos demonstrar nossa gratidão sendo muito mais realistas que o rei".

    Labour politician agreed LGBT people aren’t normal and Muslim MPs ‘sold their souls’ to support equal marriage
    http://www.pinknews.co.uk/2016/08/17/birmingham-cllr-agreed-lgbt-people-arent-normal-and-muslim-mps-sold-their-souls-for-support-equal-marriage/

  • Fábio da Rocha Barros em 16/08/2016 às 00:18

    Também achei que a série se prende demais ao caminhão de homenagens e referências que faz. Não há uma subversão das "regras", apenas uma colagem. Mas ao contrário do que o pessoal comentou, não gostei muito do elenco infantil, tirando a Millie Bobby Brown - que está muito bem. A maioria, no entanto, achei bem caricata no mal sentido (apesar de que os filmes que a série referência possuem personagens claramente estereotipados). Gostei muito na Winona Ryder e do David Harbour, que trazem peso e profundidade para os dramas dos personagens. Achei os ep 5 e 6 os mais bem dirigidos.

  • Társio Abranches de Albuquerque em 15/08/2016 às 11:44

    Além de filmes dos anos 80, eu notei algumas referências a produções recentes.

    As primeiras vezes que a Eleven vai para a outra dimensão, as cenas lembram muito o filme Sob a Pele, em que a Scarlett Johanssen faz uma alienígena que atrai homens para um lugar completamente escuro andando sobre um espelho d'água.

    Já falaram mtas vezes na internet a semelhança da Eleven com os Precogs de Minority Report.

    Tb acho que Stranger Things tem algumas semelhanças com um anime chamado Elfen Lied. Principalmente o início. As duas séries começam com uma garota com poderes psíquicos escapando de uma base usada para experiências. As duas protagonistas parecem ao mesmo tempo inocentes e ameaçadoras (embora no anime isso seja muito, mais muito exagerado) e as duas protagonistas encontram um garoto que cuida delas. O chefe das experiências em Elfen Lied tb se passava como figura paterna para controlar uma de suas cobaias, mas nesse caso não era a protagonista, mas sim uma outra menina.

    Dá pra ver um gif de uma cena do primeiro episódio do anime (visualmente não tem mt a ver, só o mote msm): http://pa1.narvii.com/5994/62f05a54185900a42ae217837b1a7061444b5461_hq.gif

    Gostei do podcast. Concordo que a ótima trilha original deveria ter recebido mais destaques que as músicas dos anos 80. Acho que a série apesar de não ser mt original, compensa por ser bem contada, sem precisar de explosões, monstros gigantes para atrair a atenção e deixar o espectador tenso. Diferente dos remakes feitos nos últimos anos que não passam de versões anabolizadas de filmes antigos.

    Tb achei que o menino negro ficou com as cenas mais chatas. Ele não só rejeita a Eleven, é meio agressivo com ela. Acho que poderiam ter equilibrado mais isso. Eles explicam que é ciúmes de amigo, mas a gente nem vê tantas interações entre Mike e Lucas para sentir isso. É algo que uma eventual segunda temporada deveria compensar.

 

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