Distrito 9 vs The Office

Thursday, 22 October 2009 11:47 by João Paulo Barreto
Alguém mais notou a clara homenagem ao querido Michael Scott, personagem de Steve Carell em The Office e Wikus Van De Merwe, herói do filme? Curioso que no cinema eu não conseguia controlar a risada quando Wikus fazia algo que lembrava os trejeitos de Michael. Grande atuação!

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9 - A salvação

Tuesday, 13 October 2009 12:57 by Luciana Cristo

O pequeno e intrépido 9 (voz de Elijah Wood) faz parte da turma de criaturinhas de remedos de pano que precisa lutar contra monstros mecânicos que se voltaram contra a humanidade no mundo pós-apocalíptico criado pelo filme 9 – A Salvação.

Depois de indicado ao Oscar como melhor curta-metragem de animação, a fantasia de animação 9 – A salvação, do diretor Shane Acker, virou um longa, com produção de Tim Burton (de Sweeney Todd, A fantástica fábrica de chocolate e A noiva cadáver) e do russo Timur Bekmanbetov (O Procurado).

O filme se passa no futuro próximo. Impulsionadas e capacitadas pela invenção conhecida como A Grande Máquina, as máquinas do mundo se voltam contra todos e incitam a agitação social, dizimando a população humana antes de serem quase totalmente desligadas. Porém, com o planeta destroçado, uma missão dá início à tarefa de salvar o legado da civilização: no fim dos tempos da humanidade um grupo de pequenas criaturas recebe uma chama de vida de um cientista e são as únicas sobreviventes desse mundo.

Utilizando um mínimo de diálogo, com cores escuras para um clima tenebroso e cuidado na arte programada para as cenas, o filme perde um pouco do ritmo em muitos momentos e a história é ofuscada pelos momentos de ação, privilegiados na montagem. O que importa é o visual e as cenas de “batalha”, mais que a construção sem falhas do próprio enredo. Ao fim da projeção, fica-se a impressão de que não havia motivos para ter estendido o curta inicial, já que nada de muito relevante é acrescentado ao original, a não ser pelo maior tempo de projeção.

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Deixa ela entrar

Thursday, 1 October 2009 13:08 by Luciana Cristo

               

De Drácula (Bram Stocker) a Entrevista com o vampiro (Anne Rice) ou da série de televisão True Blood até a mais nova febre da saga Crepúsculo. Não importa. Ao longo dos tempos, obras literárias, programas de televisão e principalmente filmes que tenham figuras vampirescas abocanham uma grande parcela do público. Longe de querer se tornar moda, o filme sueco Deixa ela entrar demonstra sutileza e muita consistência.

Sem seguir padrões hollywoodianos, Deixa ela entrar não tem nada de convencional dos conhecidos filmes de vampiros. Muito mais do que figuras sugadoras de sangue, o filme do diretor Tomas Alfredson conduz o espectador para um mundo sombrio, cruel e, ao mesmo tempo, hipnotizador. O diretor consegue manter o equilíbrio entre os elementos tradicionais que devem constar em uma boa história de vampiros e explorar o conflito criado pela violência sofrida na escola por colegas de classe e a relação amorosa entre dois pré-adolescentes de 12 anos.

Oskar, um garoto ansioso e frágil, embora fascinado por histórias de crimes, é frequentemente provocado e agredido por colegas de classe mais fortes, mas nunca se defende. O desejo do menino solitário por um amigo se concretiza quando ele conhece Eli, uma garota da mesma idade, também sozinha, que se muda para a vizinhança com o pai. Séria e pálida, a princípio sem cara de muitos amigos, ela só sai de casa à noite e não parece ser afetada pelas baixas temperaturas. A partir desse contato inicial surge entre eles um romance não declarado, e Eli dá a Oskar a coragem que faltava para lutar contra seus agressores, mesmo que o romance entre os dois possa não se concretizar pela diferença intrínseca que os separa.

O sangue vermelho dos assassinatos, quando estes acontecem, destoa propositadamente das cenas do restante do filme, que mantêm um toque gélido, apagado, com o abuso de cores frias. A dupla de jovens que interpreta Oskar e Eli está muito bem nos seus respectivos papéis. Deixa ela entrar é uma boa pedida para fãs de filmes do gênero e que buscam algo um pouco diferente do usual.

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Pequenos invasores

Thursday, 1 October 2009 12:54 by Luciana Cristo

                         

Para uma geração aficionada por videogames, participar de uma batalha contra alienígenas que aterrissaram no porão de casa utilizando principalmente recursos desse tipo de jogo é o principal trunfo do filme infatil Pequenos invasores.

Extraterrestres que se dividem entre os bonzinhos, que querem fazer amizade com os humanos, e principalmente os malvados, que pretendem invadir e dominar a Terra. Durante as férias, um grupo de crianças se vê obrigado a impedir um ataque de alienígenas que têm cerca de um metro de altura, sem poder pedir a ajuda dos pais, da polícia ou de qualquer outro adulto. Isso porque somente as crianças são imunes ao controle da mente e dos movimentos, acionado a partir de um controle remoto dos extraterrestres. Um dispositivo tecnológico a partir de um chip que é implantado na base do cérebro, que lembra alguns jogos de videogame, permite manipular a pessoa atingida pela arma, como se fosse um boneco.

Com habilidade em jogos de videogame, assim que as crianças conseguem pôr a mão no controle (um joystick), dão um show no combate aos alienígenas. Os modernosos alienígenas possuem, também, um fone de ouvido, o “AlienTooth”, similar ao Bluetooth, que funciona como uma espécie de tradutor universal (do zirkoniano para o inglês e vice-versa).

Pequenos invasores está longe de causar o mesmo impacto ou ter o mesmo carisma que o filme E.T., de Steven Spielberg, mas proporciona momentos de diversão à garotada, principalmente nas cenas relacionadas ao controle que impõem a Ricky, namorado da irmã mais velha de um dos garotos, a adolescente Bethany (interpretada por Ashley Tisdale, do High School Musical). As crianças fazem com que Ricky, inclusive, bata várias vezes em si próprio, além de impor outros movimentos que o fazem parecer mais idiota do que ele aparenta ser.  

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