Críticas - 05/02/2010

by Pablo 7. fevereiro 2010 02:17

4.6 ponto(s). Avaliado por 9 pessoas

  • Currently 4,555555/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

críticas | novos filmes

Expressões de Busca - Fevereiro de 2010

by Pablo 6. fevereiro 2010 15:58

Expressões de busca atípicas que trouxeram leitores ao Cinema em Cena nas últimas semanas:

"porno zoofilia" (Veio ao lugar certo. Procure minha crítica de Na Natureza Selvagem.)

"ators americanos mortos" (Certamente é uma lista pequena.)

"sexoporno" (Existe outro tipo?)

"janete clair deu a receita de uma boa novela" (Pena que agora elas têm queimado no forno.)

"fantasia de famosos" (Porque no Carnaval quero sair de Preta Gil!)

"alguem sabe o preço da parede de geso" (ADORO gente que conversa com o Google!)

"filmes do momento do trafego brasileiro" (Esse gosta de filme parado.)

"gatinha novinha" (Vou te ajudar.)

"sexo terceira pessoa na cama" (...)

"yuotube desemho he min" (Oh... my... God...)

"scarlett johansson diz que jonathan rhys-meyers" (Na verdade, ele ri menos.)

4.3 ponto(s). Avaliado por 6 pessoas

  • Currently 4,333333/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

Expressões de busca

Cursos: Campinas e Fortaleza

by Pablo 5. fevereiro 2010 13:11

Metade das vagas em Campinas já foram preenchidas! E em Fortaleza a coisa finalmente começou a andar, com mais de 1/3 de ocupação das vagas faltando quase 40 dias para as aulas começarem.

Se tudo correr bem, em abril estarei em Salvador e Florianópolis.

5.0 ponto(s). Avaliado por 2 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

curso

The House of the Devil

by Pablo 4. fevereiro 2010 17:58
Comentário em áudio sobre o terror dirigido por Ti West.

5.0 ponto(s). Avaliado por 3 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: , ,

novos filmes | podcasts

"A não mais solitária luta de Pablo Villaça pelos direitos autorais"

by Pablo 4. fevereiro 2010 17:49

Matéria publicada no site da APIJOR (Associação Brasileira de Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais). Recomendo a leitura por conter informações relevantes sobre a questão dos direitos autorais. De todo modo, reproduzo abaixo a entrevista que concedi à jornalista Vanessa Silva para a matéria:

1) Não foi a primeira ocorrência de jornais que utilizam seus conteúdos sem autorização. Como vê essa relação dos veículos com o trabalho jornalístico na internet?

Não, não foi. Há 20 dias, o Tribuna Independente de Alagoas não só reproduziu um texto meu na íntegra como ainda o alterou para que parecesse que o escrevi especialmente para o jornal. (Acrescentaram um "que estréia amanhã, em Maceió" no meio da frase de abertura.) Além disso, no ano passado, o Notícias do Dia de Joinville (SC) republicou minha crítica sobre "O Leitor" - algo que descobrimos vários meses depois. Ao ser procurado pelo departamento jurídico do Cinema em Cena, o editor do jornal foi grosseiro e negou fazer qualquer tipo de reparação. Estamos estudando como agir.

Estes são apenas três exemplos mais extremos: praticamente todos os dias (mesmo), recebo notificações do serviço Copyscape (www.copyscape.com), que assino, me notificando sobre uso de TRECHOS de meus textos em artigos, notas e críticas publicadas em jornais de todo o país - e que nem se preocupam em fornecer créditos ou links para o Cinema em Cena. Não que fornecer os créditos seja o bastante: vivo do que escrevo e crédito não põe comida na mesa. Se alguém usa algo que escrevi, quero (e tenho o direito de) ser pago por isso.

Infelizmente, isso vem acontecendo com freqüência cada vez maior. Por alguma lógica deturpada e irracional, muitos acreditam que algo publicado na Internet é de domínio público e não pensam duas vezes antes de copiar textos inteiros ou trechos específicos, numa falta de ética absoluta que reflete a notória queda na qualidade do jornalismo brasileiro. Triste.

2) Você vai entrar com alguma ação contra o Jornal da Imprensa?

O editor do veículo entrou em contato comigo e pediu desculpas formais. Agora o departamento jurídico do Cinema em Cena discutirá com ele um valor a ser pago pela reprodução da matéria. Como falei, desculpas e créditos não são aceitos no supermercado e nem na tesouraria da escola dos meus filhos.

3) Qual a sua reação ao encontrar um texto de sua autoria sendo utilizado sem sua autorização?

Revolta, frustração, raiva. É terrível ver o fruto do seu trabalho sendo roubado - especialmente com tamanha freqüência e sem pudor algum.

4) Isso ocorre por que motivo? As empresas não têm conhecimento sobre a Lei dos Direitos Autorais, os jornalistas não tem conhecimento sobre seus direitos e por isso “deixam passar” atitudes como essa...

Uma combinação de fatores: em primeiro lugar, como escrevi anteriormente, há essa visão estúpida de que algo publicado na Internet é de domínio público. Além disso, há o amadorismo: indivíduos que ficam tão felizes em ver seus trabalhos publicados/reproduzidos em algum lugar que praticamente se vangloriam por isso - e são muitos, lamentavelmente. Como se não bastasse, há aqueles que trabalham de graça (ou praticamente), aceitando o simples crédito como retribuição pela "colaboração". O que, claro, contribui para criar nas empresas esse sentimento arrogante de que tudo lhes pertence; se querem um texto, basta pegá-lo e pronto.

E, sim, a falta de iniciativa daqueles que são roubados é algo que só colabora para que esta prática se torne comum. Posturas como "ah, vai dar trabalho conseguir ser pago", "o que posso fazer? Gastar com advogados?", etc, é algo não só preocupante, mas que indica uma passividade lamentável. Particularmente, devo dizer que no ano passado recebi cerca de 2 mil reais líquidos apenas de cobrança de textos reproduzidos ilegalmente. Não é muito, mas é um "extra" - um dinheiro que entrou sem que eu esperasse, o que é sempre bom.

5) A Apijor é a associação de cuida dos direitos autorais dos jornalistas. Temos um boletim diário sobre direitos autorais e outras temáticas relativas à comunicação. Qual sua apreciação a respeito desta iniciativa? Já conhecia a entidade?

Não, não conhecia. Como disse, sempre batalhei sozinho (ou melhor: ajudado pelo jurídico do Cinema em Cena) por meus direitos e muitas vezes senti uma frustração imensa ao julgar que esta era uma batalha solitária. É bom saber que a Apijor existe e atua para combater esta prática.

6) As empresas, principalmente na Europa, criaram um movimento (Declaração de Hamburgo) contra os agregadores de notícias que indexam conteúdos de notícias mas não revertem nenhum dinheiro para os produitores desses conteúdos. Alguns críticos consideram que essa atitude não será revertida em benefícios para os profissionais, que continuarão não recebendo a mais ou a menos. Qual a sua opinião a respeito?

Há dois tipos de agregadores de notícias: aqueles que linkam para os textos originais e outros que reproduzem as matérias na íntegra ou a maior parte destas. Quanto aos primeiros, nada tenho contra, já que direcionam público para os veículos responsáveis pelas matérias, gerando tráfego e receita em potencial. Quanto aos últimos, devem ser combatidos como o que são: ladrões de conteúdo, publicações que infringem direitos autorais e devem pagar por isso.

-----

Aproveito para agradecer à APIJOR pelo interesse demonstrado pelo assunto e por lutar pelos direitos dos produtores de conteúdo.

5.0 ponto(s). Avaliado por 3 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: , ,

discussões | Série Jornalistas

That's what she said

by Pablo 4. fevereiro 2010 13:33

Este vídeo do Funny or Die com Thomas Lennon e Megan Mullally revela a origem da expressão "That's what she said" popularizada por The Office (dica do leitor Filipe Guimarães):

1.0 ponto(s). Avaliado por 3 pessoas

  • Currently 1/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

vídeos

Lost S06E01-02

by Pablo 3. fevereiro 2010 04:06

Como é bom escrever um título de post como esse. É difícil acreditar, aliás, que vi e comentei o último episódio inédito de "Lost" há longuíssimos oito meses, mas a espera finalmente chegou ao fim - e se tornou suportável graças a Dexter, que supriu minha necessidade de uma boa narrativa em série neste meio tempo. Pois bem, comento a seguir os dois primeiros episódios da sexta e última temporada de Lost e, embora eu vá tentar não revelar nada de especialmente importante, creio ser recomendável que este post seja lido apenas por aqueles que já assistiram à estréia.

Aviso dado.

Uma das coisas que mais me fascinam em Lost não diz respeito à sua trama repleta de reviravoltas e mistérios ou mesmo os personagens interessantes. Não, o que realmente me faz ter uma profunda admiração pela série é a capacidade que seus criadores têm de mudar radicalmente a própria estrutura narrativa do projeto. Produções como House, 24 Horas e Damages, por mais méritos que tenham (ou não, já que esta última temporada de House tem sido pavorosa), geralmente estão presas à estrutura estabelecida em seus episódios iniciais: House gira em torno da doença da semana (e é por isso que os dois primeiros episódios desta sexta temporada foram tão bons, já que fugiam disso), 24 Horas acompanha Jack Bauer em tempo real enquanto o sujeito lida com alguma ameaça terrorista e Damages salta seis meses no tempo para algum acontecimento bombástico. Eficazes ou não, estas séries só podem surpreender - se conseguirem - através de suas tramas, já que a estrutura será sempre a mesma.

E Lost? Ora, na primeira temporada, os flashbacks deram a tônica dos arcos dramáticos: acontecimentos do presente da ilha eram refletidos tematicamente em incidentes passados. Na segunda temporada, embora os flashbacks continuassem a dominar, a narrativa passou a ser dividida entre os personagens apresentados na temporada de estréia e os sobreviventes da parte de trás do avião. Finalmente, no terceiro ano veio uma mudança mais radical e os flashforwards foram introduzidos, mudando completamente a dinâmica da narrativa, já que agora o presente não refletia o passado, mas servia como triste contraponto ao futuro sombrio que viria a tomar conta dos heróis. No ano seguinte, embora os flashbacks e flashforwards continuassem a dominar, passamos a acompanhar novos núcleos narrativos que introduziram elementos diferentes do universo tradicional da série, como a mediunidade de Miles - mas foram as viagens temporais de Desmond (que remetiam a "Matadouro 5", aliás) que mais uma vez revolucionaram a maneira com que a trama de Lost era desenvolvida. Essa alteração na estrutura já seria algo sem precedentes no formato serializado, mas os criadores de Lost não se contentaram com isso e, na quinta temporada, radicalizaram no conceito introduzido com Desmond e passaram a adotar a viagem no tempo como tônica central da série.

Isto resume meu amor por Lost: o fato de não só jamais saber o que acontecerá, mas, principalmente, como acontecerá - o que nos traz a esta sexta e última temporada. Na qual, por incrível que pareça, Carlton Cuse e Damon Lindelof conseguem encontrar uma forma de mudar a estrutura da série pela quinta vez em apenas seis anos.

Estou falando do gato de Schrödinger.

Vocês certamente já ouviram falar deste conceito da física quântica: basicamente, um gato é colocado numa caixa fechada juntamente com um frasco de veneno. Como sabemos, sem abrir a caixa, se o gato está vivo ou morto? A resposta: enquanto não soubermos, as duas hipóteses se aplicam e o gato está simultanea (e teoricamente) vivo e morto; as duas situações coexistem.

Mas não é preciso mergulhar neste conceito para entender a sexta temporada de Lost (se fosse preciso, eu não entenderia nada, acreditem); basta sabermos que, de certa forma, os esforços de Jack para "resetar" a história com a explosão de uma bomba atômica deu certo: os personagens estão vivos e pousaram em Los Angeles. Mas os esforços de Jack também deram errado: os heróis acordam no tempo presente, mas ainda na ilha e com os ferimentos infligidos no final da temporada passada.

Em outras palavras: nada de flashbacks, flashforwards ou viagens no tempo. Lost agora lida com dimensões paralelas.

E isto, do ponto de vista dramático, é magnífico - e uma inigualável oportunidade para o elenco, que se sai admiravelmente bem. Josh Holloway pode encarnar o Sawyer amadurecido e estóico que passamos a admirar, mas também o golpista cínico e mau caráter que desprezávamos há seis anos, no início da série. Terry O'Quinn vive a versão "Homem de Preto", cruel e ardiloso, mas também um John Locke sereno e sábio. Jorge Garcia interpreta um Hurley tranqüilo e certo da própria sorte e um Hurley abalado e ansioso. E assim por diante.

Além disso, a batalha entre Jacob e o Homem de Preto se estabelece de vez, ao passo que o papel a ser desempenhado por Benjamin Linus ainda se encontra indefinido, o que é bastante curioso (mas apropriado, já que é sempre difícil prever o que se passa na cabeça calculista de Ben). 

E confesso: já não aguentava mais de saudades daquele acorde dissonante que, num crescendo, culminava num estampido ao final de cada episódio quando éramos surpreendidos por uma nova e chocante reviravolta.

Pois, senhoras e senhores, tudo isso está de volta.

A melhor série da atualidade voltou ao ar.

4.5 ponto(s). Avaliado por 25 pessoas

  • Currently 4,48/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

séries de tevê

25.000 Comentários!

by Pablo 2. fevereiro 2010 21:52
Passamos dos 25.000 comentários nesta versão do blog! Como vocês falam...! Wink

5.0 ponto(s). Avaliado por 4 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

administrativo

Videocast Cinema em Cena

by Pablo 2. fevereiro 2010 17:42

Comentários sobre as indicações ao Oscar 2010:

Update: Vídeo já está no ar. Peço desculpas por ter gravado em apenas um canal de áudio (um descuido idiota que só percebi tarde demais).

4.3 ponto(s). Avaliado por 9 pessoas

  • Currently 4,333333/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

premiações e eventos | videocast

Oscar 2010: Previsão de indicados

by Pablo 1. fevereiro 2010 21:17

Vários leitores têm pedido minhas previsões para os indicados ao Oscar. Acho um exercício meio irrelevante, já que: a) faltam poucas horas para que conheçamos a lista final; e b) esta temporada tem sido particularmente previsível. Com isso, as previsões tendem a seguir a mesma lista sempre, com poucas alterações. Mas ok, vamos lá (lista em ordem de probabilidade; aqueles com maiores chances são listados primeiro):

Update: Para deixar claro: esta não é minha lista de "favoritos", mas sim dos filmes que acredito que serão indicados.

Update 2: Os indicados que errei estão riscados.

Filme

Avatar
Guerra ao Terror
Amor Sem Escalas
Bastardos Inglórios
Preciosa
Educação
Invictus
Up - Altas Aventuras
Um Homem Sério
Distrito 9

Diretor

Kathryn Bigelow, Guerra ao Terror
James Cameron, Avatar
Jason Reitman, Amor Sem Escalas
Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios
Lee Daniels, Preciosa (empate técnico com Clint Eastwood, por Invictus, mas chuto em Daniels)

Ator

Jeff Bridges, Crazy Heart
George Clooney, Amor Sem Escalas
Jeremy Renner, Guerra ao Terror
Morgan Freeman, Invictus
Colin Firth, Direito de Amar (A Single Man)

Atriz

Sandra Bullock, O Lado Cego
Meryl Streep, Julie & Julia
Gabourey Sidibe, Precious
Carey Mulligan, Educação
Helen Mirren, The Last Station

Ator Coadjuvante

Christoph Waltz, Bastardos Inglórios
Christopher Plummer, The Last Station
Woody Harrelson, The Messenger
Alfred Molina, Educação
Christian McKay, Me and Orson Welles

Atriz Coadjuvante

Mo'Nique, Precious
Vera Farmiga, Amor Sem Escalas
Anna Kendrick, Amor Sem Escalas
Marion Cottilard, Nine
Mélanie Laurent, Bastardos Inglórios

Roteiro Adaptado

Amor Sem Escalas
Precious
Educação
In the Loop
A Estrada (mas eu não me surpreenderia caso Invictus chegasse aqui)

Roteiro Original

Bastardos Inglórios
Guerra ao Terror
500 Dias Com Ela (ai, ai)
Up - Altas Aventuras
Um Homem Sério (ou Se Beber, Não Case, caso a Academia queira surpreender)

Filme Estrangeiro

A Fita Branca
O Segredo dos Seus Olhos
Um Profeta
The World is Big and Salvation is Around the Corner
Winter in Wartime

Animação

Up
Coraline
O Fantástico Sr. Raposo
A Princesa e o Sapo
Tá Chovendo Hamburguer! (ou Ponyo)

Fotografia

Avatar
Guerra ao Terror
Bright Star
Nine

Bastardos Inglórios

Direção de Arte

Avatar
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Sherlock Holmes
Nine
Bastardos Inglórios

Figurino

Nine
Bastardos Inglórios
Sherlock Holmes
Bright Star
The Young Victoria

Montagem

Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Distrito 9
Star Trek

Trilha Sonora

Up - Altas Aventuras
Avatar
O Desinformante
Sherlock Holmes
A Princesa e o Sapo (desclassificada pela Academia)
Coco Antes de Chanel (apostar em Alexandre Desplat é uma boa)

Canção

Crazy Heart
A Princesa e o Sapo (sei lá qual)
Nine
Coraline
Up - Altas Aventuras

Som

Avatar
Guerra ao Terror
Star Trek
Up
Transformers 2

Edição de Efeitos Sonoros

Avatar
Transformers 2
Up
Star Trek
Guerra ao Terror

Maquiagem

Star Trek
Distrito 9
Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Efeitos Visuais

Avatar
Star Trek
Distrito 9

3.1 ponto(s). Avaliado por 10 pessoas

  • Currently 3,1/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

premiações e eventos

Filmes de Janeiro/2010

by Pablo 1. fevereiro 2010 05:35

Filmes vistos (ou revistos) durante o mês de janeiro:

Messages Deleted (Idem, Canadá, 2009. Dir: Rob Cowan. Com: Matthew Lillard, Deborah Kara Unger, Chiara Zanni, Gina Holden, Serge Houde, Michael Eklund.) - Encerrando a “trilogia do telefone” de Larry Cohen, esta produção é a que conta com o pior roteiro (o que é curioso, considerando seu protagonista), além de trazer péssimas atuações e uma direção capenga. Mas a premissa é curiosa, ainda que nada original. (2 estrelas em 5)

Fora de Controle (Changing Lanes, EUA, 2002. Dir: Roger Michell. Com: Ben Affleck, Samuel L. Jackson, Sydney Pollack, Amanda Peet, Toni Collette, Richard Jenkins, Dylan Baker, William Hurt.) - Evitando o maniqueísmo, o roteiro cria dois personagens complexos e ambíguos ao mesmo tempo que recheia a narrativa com diálogos bem construídos e instigantes. (4 estrelas em 5)

Segunda-feira ao Sol (Las lunes al sol, Espanha/França/Itália, 2002. Dir: Fernando León de Aranoa. Com: Javier Bardem, Luis Tosar, José Ángel Egido, Nieve de Medina, Enrique Villén, Celso Bugallo, Serge Riaboukine, Ainda Folch, Joaquín Climent.) - Delicado drama que, com seu elenco coeso encabeçado por um Bardem vigoroso e intenso, funciona como um testemunho do impacto psicológico e moral provocado pelo desemprego numa economia em recessão. (5 estrelas em 5)

Touro Indomável (Raging Bull, EUA, 1980. Dir: Martin Scorsese. Com: Robert De Niro, Joe Pesci, Cathy Moriarty, Frank Vincent, Nicholas Colasanto, Theresa Saldana, Mario Gallo, Johnny Barnes.) - Um estudo psicológico brutal sobre um homem dominado pelo ciúme, a insegurança e a paranóia e que traz, além da direção inspirada e expressiva de Scorsese, três atuações formidáveis por parte de De Niro, Pesci e Moriarty. (5 estrelas em 5)

Megafault (Idem, EUA, 2009. Dir: David Michael Latt. Com: Brittany Murphy, Eriq La Salle, Bruce Davison, Justin Hartley, Paul Logan.) - Que triste legado deixado por Murphy, que, em um de seus últimos trabalhos, surge patética e sem vida num filme que, para ser considerado trash, teria que melhorar muito. Espero sinceramente que a atriz não tenha visto este longa antes de morrer. (1 estrela em 5)

New York, New York (Idem, EUA, 1977. Dir: Martin Scorsese. Com: Liza Minnelli, Robert De Niro, Lionel Stander, Barry Primus, Mary Kay Place, Georgie Auld, Clarence Clemons.) - Embora interessante, a direção de arte acaba se tornando uma distração e os números musicais são, em sua maioria, entediantes (uma das exceções é o número-título). Por outro lado, De Niro e Minnelli criam personagens complexos que despertam a curiosidade do espectador. Um Scorsese menor. (3 estrelas em 5)

Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids, EUA, 1989. Dir: Joe Johnston. Com: Rick Moranis, Matt Frewer, Thomas Wilson Brown, Amy O’Neill, Jared Rushton, Robert Oliveri, Marcia Strassman, Kristine Sutherland, Mark L. Taylor.) - O visual oitentista e os efeitos visuais datados acabam contribuindo para o charme do filme, que ainda consegue divertir. (3 estrelas em 5)

Burden of Dreams (Idem, EUA, 1982. Dir: Les Blank. Com: Werner Herzog, Klaus Kinski, José Lewgoy, Claudia Cardinale.) - O retrato extraordinário de um cineasta que, como o protagonista de seu filme, se entrega à obsessão por amor à Arte. (5 estrelas em 5)

Fitzcarraldo (Idem, Alemanha Ocidental/Peru, 1982. Dir: Werner Herzog. Com: Klaus Kinski, José Lewgoy, Claudia Cardinale, Grande Othelo, Miguel Ángel Fuentes, Huerequeque Enrique Bohórquez, Paul Hittscher, Grande Otelo, Milton Nascimento, Ruy Polanah.) - A abordagem de imersão adotada por Herzog, somada à performance intensa de Kinski, resulta numa experiência única e inesquecível. (5 estrelas em 5)

Metrópolis (Metoroporisu, Japão, 2001. Dir: Rintaro. Com as vozes de Kei Kobayashi, Yuka Imoto, Kouki Okada, Tarô Ishida, Kousei Tomita, Norio Wakamoto, Junpei Takiguchi.) - Com uma fabulosa direção de arte, uma animação expressiva e temas complexos, o filme representa um estímulo visual, intelectual e emocional intenso, resultando numa experiência fascinante. (5 estrelas em 5)

S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs, EUA, 1987. Dir: Mel Brooks. Com: Rick Moranis, Bill Pullman, Daphne Zuniga, John Candy, Mel Brooks, Dick Van Patten, Michael Winslow, Stephen Tobolowsky, George Wyner e as vozes de Joan Rivers e Dom DeLuise.) - Ainda que não consiga recapturar a acidez e a inteligência de seus esforços da primeira fase da carreira, Brooks consegue divertir graças a algumas belas sacadas e ao simples conceito de Moranis como Dark Helmet. (3 estrelas em 5)

Jogos Mortais 6 (Saw VI, EUA/Canadá, 2009. Dir: Kevin Greutert. Com: Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell, Shawnee Smith, Mark Rolston, Peter Outerbridge, Athena Karkanis, Samantha Lemole.) - Embora ainda não tenha assumido o tom de auto-paródia que eventualmente envolve toda franquia do gênero, a série já começou há muito a provocar risos involuntários. (2 estrelas em 5)

Jogos Mortais 5 (Saw V, EUA/Canadá, 2008. Dir: David Hackl. Com: Tobin Bell, Costas Mandylor, Scott Patterson, Julie Benz, Betsy Russell, Meagan Good, Carlo Rota, Greg Bryk.) - Será que os fãs da série não percebem que o conceito dos flashbacks e de mexer com a cronologia dos capítulos anteriores é uma forma encontrada pelos produtores para que possam refazer o original de novo e de novo e de novo? (2 estrelas em 5)

Eddie Izzard: Live from Wembley (Idem, Inglaterra, 2009. Dir: Sarah Townsend. Com: Eddie Izzard.) - No mesmo ano em que protagonizou o ótimo Stripped, Izzard, apresentando-se para 40 mil pessoas, surge numa performance tristemente irregular e sem estrutura visível que soa mais como um (fraco) improviso do que como um texto estudado e ensaiado. (2 estrelas em 5)

Soldado Universal 3 - Regeneração (Universal Soldier: Regeneration, EUA, 2009. Dir: John Hyams. Com: Jean-Claude Van Damme, Andrei Arlovski, Emily Joyce, Zahary Baharov, Kerry Shale e Dolph Lundgren.) - Embora Van Damme ainda tenha boa presença e a coragem de encarnar seu herói como um quase zumbi, Lundgren mal dá as caras (frustrando até mesmo os filhotes da década de 80) neste filme estúpido em conceito e execução. (1 estrela em 5)

Pintando o Sete (Idem, Brasil, 1959. Dir: Carlos Manga. Com: Oscarito, Cyl Farney, Sonia Mamede, Ilka Soares, Maria Petar, Antônio Carlos, Ema D’avila.) - Embora comece de maneira promissora, logo se perde ao ignorar Oscarito e optar por concentrar-se no romance desinteressante protagonizado pelo (também produtor do filme) Farney. (1 estrela em 5)

Visões de Sherlock Holmes (The Seven-Per-Cent Solution, Inglaterra/EUA, 1976. Dir: Herbert Ross. Com: Alan Arkin, Robert Duvall, Nicol Williamson, Vanessa Redgrave, Samantha Eggar, Jeremy Kemp, Charles Gray, Laurence Olivier.) - Uma premissa interessante que, relativamente bem desenvolvida, se beneficia bastante das ótimas atuações do trio principal. (3 estrelas em 5)

O Cérebro de um Bilhão de Dólares (Billion Dollar Brain, Inglaterra, 1967. Dir: Ken Russell. Com: Michael Caine, Karl Malden, Ed Begley, Oskar Homolka, Françoise Dorléac, Guy Doleman, Vladek Sheybal.) - No mais fraco exemplar da série, Harry Palmer perde a personalidade irreverente, enfrenta uma ameaça absurda encabeçada por uma caricatura em um filme aborrecido e sem pé nem cabeça. (1 estrela em 5)

O Senhor das Armas (Lord of War, EUA/França, 2005. Dir: Andrew Niccol. Com: Nicolas Cage, Ethan Hawke, Bridget Moynahan, Jared Leto, Ian Holm, Eamonn Walker, Sammi Rotibi e a voz de Donald Sutherland.) - O anti-herói complexo oferece ao brilhante roteiro a oportunidade de analisar, de forma inventiva e fascinante, o mercado negro (abastecido por grandes governos) das armas de fogo. (4 estrelas em 5)

Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi (Star Wars: Episode VI – Return of the Jedi, EUA, 1983. Dir: Richard Marquand. Com: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, Sebastian Shaw, Ian McDiarmid, Warwick Davis, David Prowse, Billy Dee Williams, Alec Guinness e as vozes de James Earl Jones e Frank Oz.) - A fragilidade de Marquand como diretor e a crescente infantilização da narrativa são facilmente constatáveis, mas ainda assim o filme consegue fechar satisfatoriamente a trilogia original. (4 estrelas em 5)

O Detonador em Alta Voltagem (Live Wire, EUA, 1992. Dir: Christian Duguay. Com: Pierce Brosnan, Ron Silver, Lisa Eilbacher, Ben Cross, Tony Plana, Philip Baker Hall, Lauren Holly.) - Com sua cena de sexo cafona, seus diálogos patéticos, seus efeitos trash e seu roteiro absurdo, quase acaba servindo como diversão involuntária. Quase. (1 estrela em 5)

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca (Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back, EUA, 1980. Dir: Irvin Kershner. Com: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, David Prowse, Billy Dee Williams, Alec Guinness e as vozes de James Earl Jones e Frank Oz.) - O melhor de toda a série, este episódio abraça o potencial sombrio do universo concebido por Lucas e consegue equilibrar com eficiência os aspectos infantis da narrativa com os momentos de maior densidade. (5 estrelas em 5)

Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança (Star Wars: Episode IV – A New Hope, EUA, 1977. Dir: George Lucas. Com: Mark Hamill, Harrison Ford, Alec Guinness, Carrie Fisher, Peter Cushing, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, David Prowse e a voz de James Earl Jones.) - Lucas consegue imprimir energia à direção e estabelece seus personagens como figuras imediatamente icônicas, mesmo que, aqui e ali, seus péssimos diálogos comprometam a experiência. (4 estrelas em 5)

Mary & Max (Idem, Austrália, 2009. Dir: Adam Elliott. Com as vozes de Bethany Whitmore, Philip Seymour Hoffman, Toni Collette, Eric Bana e Barry Humphries.) - A formidável direção de arte, as dublagens impecáveis, o roteiro sensível e a direção inteligente transformam esta animação em uma experiência tocante, madura e inesquecível. (5 estrelas em 5)

Peter Pan – De Volta à Terra do Nunca (Return to Neverland, EUA, 2002. Dir: Robin Budd, Donovan Cook. Com as vozes de Harriet Owen, Blayne Weaver, Corey Burton, Jeff Bennett, Kath Soucie, Spencer Breslin.) - Suficientemente divertido e com toques certos de drama para não manchar a memória do original. (3 estrelas em 5)

5.0 ponto(s). Avaliado por 3 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

filmes, filmes, filmes

Críticas - 29/01/2010

by Pablo 30. janeiro 2010 02:00

Invictus, Zumbilândia e O Fim da Escuridão.

E escrevi brevemente sobre Tyson aqui.

5.0 ponto(s). Avaliado por 2 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

críticas | novos filmes

Nina enfermeira

by Pablo 29. janeiro 2010 18:14

Contando a paroxetina (anti-depressivo) e a masalazina (para a retocolite), tomo cinco comprimidos por dia. Assim, é claro que Nina já notou que algumas vezes por dia seu velho pai enfia algumas pílulas na boca - e achou um barato. Assim, sempre que me vê indo em direção aos remédios (que guardo no alto da geladeira), ela se aproxima e diz:

- Memédio papai. Memédio papai. - e estende a mãozinha. Então, entrego o comprimido à pequena que, com uma imensa alegria, o coloca em minha boca, completando em seguida: - Memédio papai. Deu.

Como acho isso lindo, toda vez que vou tomar os remédios, chamo a pequena, que vem correndo alegremente e já gritando "Memédio papai!".

Só agora me dei conta de que talvez a esteja condicionando a tomar conta do pai na velhice.

Eu sei, eu sei: sou um gênio.

5.0 ponto(s). Avaliado por 5 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

Luca & Nina

Outra da Foxlha?

by Pablo 29. janeiro 2010 14:01

Em matéria veiculada na Foxlha Online, encontrei o seguinte trecho:

"Assim que apareceu com a câmara de vídeo, e graças a um trabalho muito festejado no mundo fashion, Madeira foi procurado por estilistas. Glória Coelho batalhou para que ele, e não o produtor de vídeos Richard Luiz, recomendado pelo SPFW, filmasse o desfile de sua grife. Bateu o pé e conseguiu. Eduardo Dugois, assessor de Glória, confirma, mas diz que ela não quer falar sobre o assunto: "Não põe o nome dela, não, tá?", pede."

Agora uma pergunta: ao pedir para não incluir certa informação, o tal assessor não teria deixado claro que estaria falando em off? Assim sendo, ao incluir não só o que ele disse, mas também seu nome (e o próprio pedido de off), não teria a matéria cometido um dos pecados capitais da ética jornalística - desrespeitar a fonte e o sigilo desta?

5.0 ponto(s). Avaliado por 1 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags: ,

Série Jornalistas

Agradecimento

by Pablo 28. janeiro 2010 21:43
Post para agradecer o convite para votar no prêmio Blog de Ouro da Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos (obrigado, Luciano Lima!) e, claro, o gentilíssimo texto que publicaram a meu respeito. Fiquei feliz. :)

5.0 ponto(s). Avaliado por 2 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

variados

Powered by BlogEngine.NET 1.4.0.0
Theme by Mads Kristensen

Posts recentes

Comentários recentes

Comment RSS

Calendar

<<  fevereiro 2010  >>
seteququsedo
25262728293031
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
1234567

View posts in large calendar