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Tags: críticas
cinema | críticas
13/7/2008 13:37:13
Pablo, não vi nenhum desses filmes (e honestamente, acho que não vou ver). Mas eu assisti O Escafandro e a Borboleta ontem (numa sala horrível daqui, do espaço unibanco, a única que estava passando na cidade inteira) e, sinceramente, não gostei muito. Achei impossível não fazer comparações com "Mar Adentro", filme que de fato me tocou profundamente. Fiquei esperando algumas críticas suas nos últimos meses. "Um sonho dentro de um sonho", segundo (?) filme dirigido pelo Anthony Hopkins, horroroso. E você nem passou por Sex and the City. Todo mundo quis ver ou foi arrastado pro cinema pela esposa/namorada. Você chegou a vê-los?
Felipe
13/7/2008 13:40:05
E o twitter, Pablo?
Carolina Carvalho
13/7/2008 13:47:09
Esse tom branco e cinza do blog ficou muito asseptico. Melhor se usasse as cores originais.
Leo Firmino
13/7/2008 16:25:43
Pablo, falta atualizar o link na página principal do Cinema em Cena, o link atual ainda remete ao antigo Diário de Bordo.
Wendell
13/7/2008 20:22:07
Pablo! Acabei de ler a sua crítica de Viagem ao Centro da Terra. É um bom texto, e como sempre, muito bem argumentado. Mas eu queria me atrever a tecer um comentário, talvez seja mais uma reflexão. Há anos leio suas críticas e seus textos. São muito bons, e se não fossem, obviamente não estaria até hoje vindo consultar o Cinema em Cena e o seu blog. No entanto, percebo algo enquanto leitor. Lembro que certa vez, li um comentário que deixaram para você em um post que não lembro bem qual, e que o autor se mostrava saudosista em relação aos seus textos, afirmando que os de antes eram bem melhores do que os atuais. Eu discordo. Na verdade, eu acredito em outra coisa. Que seus textos estão estagnados, não que não continuem ótimos e excelentemente argumentados, mas que pouco ousam, que dificílimas vezes você encontra formas distintas de se expressar, que você acaba preso a uma linguagem, digamos, quase técnica. É como se faltassem elementos e estruturas inovadoras, que surpreendessem, ou melhor, diferenciassem mais os textos, em suas estruturas e maneiras de análise. Assim como um filme, ou um gênero, que precisa sempre se renovar e fugir de padrões e formatos convencionais, entende! Talvez essa seja a palavra a qual quero atribuir ao seu texto, convencional. Olhando isoladamente, uma análise críticas sua é excelente e admirável, mas quando vejo o conjunto do seu trabalho, com todo respeito, vejo uma convenção que poderia muito bem ganhar mais leveza e ser desenvolvida com mais criatividade. Claro, é um trabalho imensamente difícil! Não sou nenhum escritor ou jornalista profissional. Ainda nem me formei. Mas falo como um leitor que está "por fora" visualizando. As suas análises, a meu ver, são as melhoras entre as veiculadas na rede, e com certeza, você é um dos melhores críticos do país, por justamente dizer com propriedade tudo o que pensa sobre um filme. E é evidente, pelo texto, a sua preocupação em mostrar os porquês de cada um dos valores que você atribue aos elementos que constituem um filme. Porém, acredito que, por hoje você já argumentar tão bem como faz, você possa encontrar novas formas de desenvolver seus discursos e embasar seus textos. Seria um novo passo. Não me refiro a mudar as suas resenhas completamente, mas a encontrar elementos retóricos ou simplesmente diferenciados que, claro, enriqueceriam mais os textos. Percebo que as suas melhores e mais inspiradas críticas são aquelas referentes a filmes que, ou te fazem usar a sua vida como referência, inserindo posições subjetivas, ou daqueles que você tem visivelmente domínio a mais a respeito do conteúdo tratado pelo filme, ou também, dos que incitam alguma reflexão. Cito três até recentes: Indiana Jones, Tropa de Elite, Ratatouille. Sou figura presente do CeC. Gosto de críticas de cinema; na verdade, é uma área de interesse e que pretendo um dia estudar realmente. Acredito que eu tenha partido para a análise do que "falta" em seus textos por conta de já conhecê-los bem e por percebe, em mim, um deleite a menos em lê-los por conta de não encontrar um "novo", um "diferente" neles. Não sei se existem algumas normas padrões para a escrita de críticas. Se existem e você as segue corretamente, e enquanto isso, minha sugestão aqui for sem fundamento. Peço, desconsidere. Toda a sugestão que dei aqui foi por pura análise intuitiva surgida pela constante leitura que faço de seus textos. Ou mesmo por um conjunto do conhecimento que já devo ter obtido a respeito do ato de escrever, seja pela academia ou por leituras. Trata-se apenas de uma sugestão. Admiro seus textos e seu trabalho, e espero que eu tenha me expressado muito bem pra que não haja nem um mal entendido em relação a minha intenção. Sucesso!
Rafael Carvalhêdo
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