Sexo Virtual, Divórcio Real

by Pablo 18. novembro 2008 15:14

Eles se conheceram virtualmente em 2003, no jogo/comunidade de relacionamento/realidade alternativa Second Life. Dois anos depois, se casaram - na vida real e também na virtual.

No início de 2007, suspeitando que o personagem ("avatar") do marido estava transando com prostitutas digitais, ela contratou um detetive particular virtual, que comprovou o adultério. Ele pediu perdão. Ela o perdoou. 

Ah, mas os prazeres da carn... dos pixels não o deixaram em paz por muito tempo e logo um novo caso teve início. Desta vez, porém, ao surpreendê-lo nos braços de mentira da amante virtual, a esposa deu um basta na relação e pediu o divórcio.

No jogo e na vida real.

E agora ela namora um sujeito que conheceu no Warcraft.

The End

(Observação: a história acima é real.)

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Comentários

18/11/2008 15:34:18

Christian

tem umas vidas tristes ...

Christian br

18/11/2008 15:36:52

Déa

Muito, mas muito louco meeeeesmo!
Abraços

Déa br

18/11/2008 15:44:19

Chiko

KKKKKKKKKKKK, e tem gente que ainda fica vigiando o marido em casa... o perigo agora mora debeixo do nariz (teto)... em seu próprio computador... cuidado, suas esposas não estão te traindo? virtualmente?

Chiko br

18/11/2008 16:00:05

Rafael

De certa forma, isso envolve confiança, e o cara quebrou-a com a esposa.

Por outro lado, a natureza do "adultério" é ridícula. Como se ela pedisse o divórcio pq pegou o marido se masturbando com uma revista pornô no banheiro.

Rafael br

18/11/2008 16:06:30

Denise, do Papo Calcinha

O trabalho da mulher ficou dobrado: além de ficar de olho nos maridos na vida real (nos restaurantes, no trabalho, no barzinho), ainda terá de ficar atenta ao que ele faz na Internet...rsrsrs. É dose, isso. Desculpa, mas não dá pra levar essa história a sério.

Denise, do Papo Calcinha br

18/11/2008 16:08:37

Marcelo Maia

Mas, Rafael, veja todo o contexto no qual aconteceu a relação...

Marcelo Maia br

18/11/2008 16:35:03

Nilton Bruno F. Moura

[b]Sinais dos tempos !!

Infidelidade virtual...

Tong

Nilton Bruno F. Moura us

18/11/2008 16:36:06

Nilton Bruno F. Moura

Ps: Eu sempre esqueço de fechar o negrito...

¬¬`

Nilton Bruno F. Moura us

18/11/2008 17:05:00

Pedro S.E.

Uou

Pedro S.E. br

18/11/2008 19:42:07

kladina

Eu jogo Warcraft com um casal que se conheceu no jogo (outro), namorou e casou... Isso ~e mais comum do que parece....
rssssss

kladina br

18/11/2008 20:09:55

Christiano

Rafael, existe uma diferença básica entre o rapaz que se masturba com uma revista masculina ou com um filme pornô. No caso da revista e do filme, as modelos/atrizes não estão participando ativamente da traição. A excitação está apenas na cabeça do espectador, que se imagina se relacionando com essas mulheres. No entanto, no caso do SL, o rapaz não é só um espectador e nem está se relacionando apenas com uma máquina. Ele está conversando com outra pessoa de verdade, que está do outro lado da conexão, controlando seu próprio avatar. E, ao contrário das revistas eróticas e dos filmes pornôs, quem acessa o SL pode levar a relação para o "mundo real". Da mesma maneira que o cara citado no post do Pablo conheceu a esposa no SL e os 2 se casaram no "mundo real", se a mulher não tivesse descoberto a "traição" virtual, o rapaz poderia ter levado essa traição mais adiante e realmente ter feito sexo real com a sua "amante virtual". É a mesma coisa dos bate-papos como o do UOL. Se você entra numa sala de sexo ou de fotos eróticas no UOL e começa a fazer sexo virtual, isso também poderia ser considerado traição, pois você também está conversando com uma pessoa de verdade, do outro lado da linha. A mesma coisa em programas de conversação como o MSN, quando homens adicionam mulheres para verem elas nuas na webcam e se masturbarem com isso. A maioria desses casos pode ficar nisso mesmo, mas certamente há casos em que as pessoas levam essa relação para o "mundo real".

Christiano br

18/11/2008 20:51:14

Felipe Fonseca

Eu não acho isso triste, deprimente ou patético como algumas pessoas apontaram. Acho que é uma simples constatação de que o espaço "virtual" passou a ser tão "real" quanto qualquer outro.

E quando a geração dos anos 90 e 2000 formar a maioria dos adultos a transição estará completa, afinal para eles isso sempre fez parte da vida, sempre foi "realidade".

Conheço pelo menos 5 casais, que vãos dos 15 aos 50 anos, que se conheceram através da internet. E entendo que qualquer coisa que ocorra nesse meio passe a ser tratado como algo acontecido no mundo "real".

O futuro não está apenas nos livros e filmes, já está aqui. Para o bem e para o mal.

Felipe Fonseca

18/11/2008 22:02:36

Leandro Moraes

A prostituta era um pitélzinho. Engraçado como o pessoal usa avatares que se parecem tanto com eles, creio que é para se identificarem.

Ignorem o didi de bethânia. Por favor, por favor. lol

Leandro Moraes br

18/11/2008 23:03:31

Vinicius Silva

Putz, tem cada história esse mundo.

Vinicius Silva br

18/11/2008 23:34:48

Rafael

Cristiano, ao que tudo indica, o virtual não foi pro real.

Tanto Second Life quanto Warcraft eu acho uma grande brincadeira. O cara/a moça entra com um avatar, cria um personagem e está fantasiando. Acho que no contato virtual, a coisa é mais branda e não pega nada. Isso poderia servir de alerta à esposa, mas basear o divórcio nisso e eu acho uma bobagem.

Há um tempo não muito distante, falava-se que internet era pra nerds, anti-sociais e gente que não conseguia arrumar um(a) namorado(a) ou amigos. Isso quando não havia a ponte para o real. Creio que hoje ainda exista esse preconceito. Menor, mas existe. Só que ele foi dissipado com a possibilidade de casamentos de verdade, como esse da notícia, além de "orkontros", "flashmobs" e afins. Legal.

Voltando ao assunto principal e pra encerrar, sem a convivência física, envolvendo contato ou um simples flerte, levar a sério isso está fora de questão. Internet pode ser o contato de duas pessoas de carne e osso, mas o meio pode oferecer mil possibilidades, que são reais ou não. É um palco de teatro, em que vc interpreta seu próprio personagem que pode ou não se aproximar de seu eu real.

Rafael br

19/11/2008 8:29:14

Lisandra

Não me considero careta, nem atrasada. Adoro as facilidades que a internet me dá, como bankline, compra online, email e comunicação via MSN e Skype.

Mas de modo algum troco meu relacionamento do dia-a-dia com as pessoas pela artificialidade do mundo virtual. Não troco um cafézinho tomado com minhas amigas por uma champagne francesa virtual da qual nem sinto o gosto. Não troco meu marido descabelado e com cara amassada ao acordar por um "ser" com cara de Brad Pitt mas que não posso abraçar. E jamais me sentiria bem escondendo minhas imperfeições (que me caracterizam, mesmo quando me pego olhando no espelho desejando corrigir aqui e ali) atrás de uma figura com pele de boneca de plástico.

Não dá, gente. Podem dizer o que quiser, que é o sinal dos tempos, que é a evolução natural das coisas. Eu já saí machucada, magoada de muitos relacionamentos. Mas até essa dor é muito mais genuína e edificante do que toda essa palhaçada virtual.

Perdoem-me os que adoram esse novo mundo composto de pixels, mas eu de vez em quando preciso de ar puro e calor humano.

Lisandra br

19/11/2008 8:46:25

Nilton Bruno F. Moura

Leandro Moraes Owned !!!


ashuashasuhashuassah

brincadeira meu caro !

;D

Nilton Bruno F. Moura us

19/11/2008 9:26:31

Rafael Medeiros Vieira

Mas como existe gente patética neste mundo, sem contar os çeticistas.

Rafael Medeiros Vieira br

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