Diário de Los Angeles - Dia #02

by Pablo 30. julho 2009 06:11

Diário de Los Angeles – Dia #02

Por Pablo Villaça*

Há pouco tempo, publicamos, no Cinema em Cena, uma matéria sobre a fundação do International Film Institute (ou InFilm), uma criação do empresário brasileiro Marcos Wettreich que tem, como objetivo principal, produzir programas educacionais e turísticos para cinéfilos de todo o mundo que se interessem em conhecer um pouco melhor a indústria do entretenimento em Hollywood. Contando com uma equipe que se divide entre Los Angeles e Rio de Janeiro, o InFilm traz a veterana jornalista Ana Maria Bahiana como um importante trunfo no sentido de planejar e organizar os eventos que farão parte de cada tour, desde o especializado programa sobre Efeitos Visuais (sobre o qual comentarei esta semana) até chegar a outros que trazem descrições um pouco mais genéricas como “Programa para Cinéfilos”.

A convite do Instituto, viajei para Los Angeles a fim de participar do primeiro programa realizado pela empresa, que não apenas já conta com clientes pagantes (um sinal promissor para o InFilm) como também com jornalistas brasileiros e norte-americanos que têm buscado justamente avaliar a proposta da instituição – e se você já acompanha o Cinema em Cena há algum tempo, certamente não estranhará minha decisão de escrever sobre o evento da maneira habitual, investindo no mesmo tipo de informalidade que, diga-se de passagem, serve como atmosfera do programa sobre o qual escreverei.

Depois de uma longa viagem de São Paulo a Los Angeles e de um primeiro dia devotado a explorar os arredores do hotel (algo que descrevi aqui), descemos ao lobby do hotel Le Parc para o encontro inicial com a equipe do InFilm, que, além de contar com a participação do próprio Wettreich (algo que obviamente não se tornará prática comum), traz também Bahiana no papel de informada guia da tour e com a eficiente Joana Ericson, vice-presidente do instituto, que vem oferecendo apoio logístico dos passeios. Já de imediato, Wettreich tomou para si a responsabilidade de explicar algo que logicamente despertara a curiosidade de todos os presentes: por que empresas como a Digital Domain, Rhythm & Hues e profissionais experientes como Robert DeVine aceitaram receber os grupos do InFilm? Qual seria o incentivo para que assim agissem?

De acordo com o presidente do InFilm, a empresa não tem apenas o caráter de promovedora de excursões turísticas: como é de se esperar, muitos profissionais estrangeiros interessados em acesso aos bastidores de Hollywood poderão compor os grupos – algo que, financeira e estrategicamente, interessaria aos profissionais norte-americanos, que enxergam, assim, a possibilidade de conhecerem novos clientes e/ou parceiros comerciais em potencial. Wettreich explicou, também, que o InFilm pretende atingir brevemente um ponto no qual passarão a realizar até 15 programas por mês, alcançando clientes em todo o planeta.

Feita esta introdução, partimos para a primeira atração do programa: uma visita à biblioteca da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood (AMPAS).

A Biblioteca Margaret Herrick

Sediada no antigo prédio que servia como estação de tratamento de água em Los Angeles (seus antigos tanques sendo convertidos em fortes cofres), a biblioteca da Academia homenageia, em seu nome, a antiga bibliotecária e diretora da instituição, Margaret Herrick, que costuma receber o crédito por ter batizado a estatueta dourada de “Oscar” ao dizer que esta se parecia com seu tio homônimo.

Exibindo um lobby amplo e bem iluminado que traz imensos cartazes de filmes como King Kong e também o busto de Douglas Fairbanks Sr. (o primeiro presidente da Academia), a biblioteca impõe rígidas regras de acesso ao segundo andar, no qual se encontra seu acervo, proibindo a entrada com canetas, máquinas fotográficas ou bolsas de qualquer tipo e liberando apenas a utilização de notebooks, cadernos para anotação e lápis (que eles mesmos fornecem, caso você tenha levado apenas canetas).

Com um acervo que conta com mais de 30 mil livros, 70 mil roteiros, 32 mil cartazes e 12 milhões de fotografias, a biblioteca traz desde livros teóricos obrigatórios a newsletters que eram produzidas na década de 20 pelos estúdios apenas para consumo interno – incluindo, portanto, informações sobre nascimentos, mortes, casamentos e festas de seus funcionários, bem como matérias triviais sobre times de boliche da empresa e por aí afora (o que, de maneira curiosa, acabou contribuindo para que os integrantes menos “nobres” da indústria tivessem seus nomes registrados na História da cidade).

Mas não é só: além de servir como fonte de pesquisa para historiadores, acadêmicos e teóricos, a biblioteca ainda acaba funcionando como um mini-museu, já que conta com exibições dos roteiros encadernados que pertenciam às coleções particulares de diretores como John Huston, Lewis Milestone e George Cukor e também de roteiristas como o inacreditavelmente produtivo Nunnally Johnson (As Vinhas da Ira). Além disso, como se trata da Academia, é claro que, aqui e ali, acabamos vendo uma ou outra estatueta do Oscar, como a recebida por Edith Head e Charles Le Maire pelos figurinos de A Malvada. Como se não bastasse, discretamente enfeitando um canto da sala encontrava-se nada menos do que um cinetoscópio original construído pela empresa de Thomas Edison.

O ponto alto da visita para mim, no entanto, ocorreu quando recebemos um cartãozinho de associado da biblioteca, o que me permitiu solicitar um roteiro que se encontrava no arquivo: o de O Poderoso Chefão. Para minha surpresa, no entanto, a prestativa atendente me entregou dois tratamentos diferentes: o segundo, datado de 01 de março de 1971, e o terceiro, finalizado 28 dias depois. Folheando os dois roteiros, constatei que Coppola e Puzo diminuíram em 15 páginas o terceiro tratamento, retirando quatro cenas – entre estas, uma que deveria ocorrer depois do momento em que Kay (Diane Keaton) vê seu marido Michael Corleone (Al Pacino) ter a mão beijada pelos caporegimes da família, estabelecendo-se como o novo Don: na cena em questão, Kay surgia numa Igreja depositando moedas numa caixa de madeira e acendendo 30 velas como penitência pelos pecados de Michael, quando, então, o filme se encerrava.

(É fácil entender por que Coppola, de família ítalo-americana e, portanto, de formação católica, incluiria uma cena como esta. Felizmente, porém, ele percebeu que a imagem da porta se fechando entre Kay e Michael era emblemática o bastante para encerrar o longa.)

Feliz com a visita e a oportunidade de ter folheado o roteiro de O Poderoso Chefão arquivado na biblioteca da Academia, saí dali satisfeito e pronto para a próxima parada. 


A Digital Domain

Quando conversei com meu colega Jeffrey Wells sobre os passeios presentes no programa, uma das coisas que mais chamaram sua atenção foi o acesso às empresas de efeitos visuais, o que achei interessante, já que, embora tenha morado mais de 20 anos em Los Angeles e conheça todos os principais nomes da indústria, Wells jamais entrara na Digital Domain – e seu fascínio pelo sucesso do InFilm em conseguir a visita revelou, para mim, como aquela oportunidade se mostrava rara e, conseqüentemente, digna de nota.

Fundada por James Cameron em 1993 para conceber parte dos efeitos visuais de True Lies, a Digital Domain criou, nestes seus 16 anos de existência, efeitos para obras como Entrevista com o Vampiro, Apollo 13, Uma Mente Brilhante e Transformers 2, tendo recebido o Oscar da categoria recentemente em função de seu trabalho em O Curioso Caso de Benjamin Button.

Mostrando-se imensamente simpático e acessível, o RP da Digital Domain, Tim Enstice, nos guiou pelos dois prédios da empresa, revelando, inicialmente, os modelos criados por esta para filmes como O Quinto Elemento, Na Roda da Fortuna, True Lies e, claro, Titanic, desde os prédios construídos para os dois primeiros até a miniatura do navio naufragado, passando pelos caças vistos no longa estrelado por Schwarzenegger. Em seguida, nos dirigimos à sala de projeção presente no próprio prédio e que é utilizada praticamente durante todo o dia para que os técnicos confiram a qualidade de seus trabalhos em uma tela grande e também para que os diretores possam avaliar os planos solicitados.

Mais uma vez, a experiência se revelou interessante e agradável justamente pela sensação de estarmos tendo acesso a algo ao qual pouquíssimas pessoas fora da indústria têm habitualmente – e os clipes apresentados por Enstice e que revelavam os processos empregados em filmes como O Curioso Caso de Benjamin Button e Transformers 2 serviram apenas para estimular ainda mais a imaginação do grupo.

Paciente e simpático, o funcionário da Digital Domain revelou, entre outras coisas, que a atriz que interpreta a universitária-robô de Transformers 2 havia sido completamente recriada em computador para um close no qual deveria beijar Shia LaBeouf e que não fôra filmado por Michael Bay – um entre os mais de 125 planos do filme que envolveram a participação da empresa e que exigiram o envolvimento de 155 funcionários ao longo dos 13 meses de superprodução (e ainda assim os efeitos só foram concluídos três semanas antes da data de estréia). Considerando que a DD conta com 420 funcionários, torna-se assustador perceber que mais de um terço do pessoal ficara focado na obra de Michael Bay durante mais de um ano.

Mas o que seria possível realizar neste período de tempo? De acordo com Enstice, “com tempo e dinheiro, literalmente tudo”. Convencido de que a Digital Domain ultrapassara aquele que era considerado o limite final dos efeitos visuais (a criação digital de um personagem humano realista, o que ocorreu em Benjamin Button), Enstice chegou a afirmar que, com tempo e dinheiro suficientes, “qualquer coisa” poderia ser criada no computador hoje em dia – e, para provar seu argumento, explicou (e mostrou clipes ilustrativos) que a atuação de Brad Pitt no trabalho de David Fincher não se resumira a uma simples “substituição de cabeças”, que implicaria filmar a performance de Pitt e transplantá-la para o corpo dos atores que interpretaram Benjamin Button em diversas fases de sua vida; em vez disso, eles dividiram o processo em duas etapas: inicialmente, pintaram o rosto do ator de verde e pediram que ele fizesse inúmeras expressões, desde as óbvias “caras tristes” ou “felizes” até caretas absurdas. Mais tarde, filmaram Pitt (mas sem qualquer processo de motion capture) lendo seus diálogos. A partir daí – e isto me espantou profundamente – a Digital Domain criou a atuação a partir do “banco de expressões”.

- Isto é assustador. – comentei neste momento. – Teoricamente, isto quer dizer que vocês podem pegar um ator medíocre, pintá-lo de verde e captar centenas de caretas absurdas, criando, a partir daí, uma performance digna de prêmios apenas no computador.

- Sim, teoricamente, podemos. – foi a resposta sincera. Que imediatamente cedeu lugar a uma explicação não muito convincente sobre como, na verdade, o ator ainda seria necessário para a referência de interpretação – o que, como qualquer animador tradicional seria capaz de dizer, não é realmente fato.

Em outras palavras: não se espantem caso Keanu Reeves ganhe um Oscar algum dia e agradeça aos amigos da Digital Domain.

Outra revelação interessante feita durante a visita dizia respeito ao melhor tipo de efeito visual: aquele que não se apresenta como tal e que, portanto, passa despercebido pela platéia. Ao citar alguns dos filmes nos quais a empresa trabalhara, Enstice citou Os Donos da Noite, de James Gray, sobre o qual escrevi em novembro de 2007 e cuja crítica continha a seguinte passagem:

Em contrapartida, Gray exibe seu talento como diretor nas seqüências de ação, destacando-se no violento tiroteio que ocorre na “fábrica” dos traficantes e, principalmente, na brilhante perseguição sob a chuva, quando o cineasta mantém sua câmera no carro ocupado por Bobby, prendendo-nos ao seu angustiante ponto de vista, e descartando uma trilha sonora convencional a fim de utilizar ruídos orgânicos à cena para aumentar a tensão, como o som do limpador de pára-brisa.

Pois Enstice comentou que, na realidade, aquela brilhante seqüência havia sido rodada durante um dia de sol e que a chuva e o céu nublado surgiram apenas graças aos efeitos criados pela Digital Domain – algo que eu desconhecia e que me fez admirar ainda mais o talento da equipe da empresa. (Outro filme que contou com mais de 400 planos envolvendo efeitos visuais imperceptíveis criados por eles foi o magnífico Zodíaco, de David Fincher).

A chuva, aliás, é uma das especialidades da DD, que expõe a animação de fluidos como seu ponto forte, assim como a criação de carros digitais (e não é à toa que, portanto, tenham sido contratados para trabalhar em Speed Racer).

Vendida por James Cameron há alguns anos, a Digital Domain agora tem, entre seus donos, o diretor Michael Bay, o que não impediu Enstice, no entanto, de fazer um breve comentário sobre Avatar, dirigido por seu ex-chefe: “Parece que não será como nada que tenhamos visto antes”, confessou o sujeito, completando: “E deverá mudar as regras do jogo. Pelo menos, é o que todos vêm dizendo”.

E considerando que esta foi apenas a primeira vez das várias ocasiões em que algo similar foi dito em relação ao longa de Cameron, é bastante provável que algo realmente revolucionário esteja sendo realizado pelo diretor de obras como Titanic e O Exterminador do Futuro.


A Palestra de Paul Salamoff

Algo importante a ser lembrado com relação aos programas do InFilm é que a idéia é levar amantes do Cinema aos bastidores de Hollywood – e não necessariamente conhecedores de Cinema. Assim, como já seria de se esperar, há determinados momentos dedicados justamente à instrução destes participantes.

O que justifica a palestra de Paul Salamoff.

Inspirado pelo veterano Tom Savini (você se lembrará dele em Um Drink no Inferno: é o sujeito que exibe uma pistola cujos dois tambores e a localização na virilha remetem a um pênis capaz de metralhar qualquer inimigo), Salamoff decidiu ainda jovem se dedicar aos efeitos visuais. Filho de dentistas, ele usava os materiais que os pais compravam para a fabricação de próteses a fim de criar seus próprios efeitos de maquiagem – e não muito depois ele conseguiu trabalhar no departamento de maquiagem de filmes tão díspares quanto o barato e divertidinho Criaturas 3 (que marcou a estréia de Leonardo DiCaprio no cinema) e o caro e pavoroso Batman & Robin.

Sujeito simpático e visivelmente apaixonado por seu trabalho, Salamoff ofereceu uma palestra de 90 minutos durante a qual traçou uma linha do tempo didática e abrangente sobre a História dos Efeitos Visuais, explicando também as diferenças entre efeitos óticos, práticos e digitais – e mesmo que não tenha descoberto um único fato novo durante a fala do profissional, apreciei sua empolgação (e, como já dito, os integrantes do grupo que pouco sabiam sobre o assunto demonstraram satisfação com o que aprenderam).

O irônico é que, após concluir a palestra, Salamoff exibiu seu portfólio profissional, despertando meu interesse sobre sua experiência particular e as técnicas envolvidas no processo de criação das miniaturas e da maquiagem – algo que ele talvez aborde diretamente no workshop que oferecerá na sexta-feira.

De todo modo, o dia se mostrou interessante o bastante para manter o grupo alerta mesmo apesar do cansaço, o que sempre é um bom sinal. Além disso, como relaxar sabendo que o dia seguinte nos proporcionaria testemunhar o encontro entre duas verdadeiras lendas da animação?


(Para maiores informações sobre o InFilm e futuros programas promovidos pela empresa, clique aqui.)

 

* Pablo Villaça viajou a convite do evento.

5.0 ponto(s). Avaliado por 3 pessoas

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Comentários

30/7/2009 8:22:45

Ely

Pablo, a cena da Kay acendendo velas está no DVD! Ela foi filmada, porém só incluída na tal montagem para TV que apresentou os filmes em ordem cronológica... bom, ao menos ela acende as velas, mas não tem moedas...

Ely br

30/7/2009 9:07:34

Vinícius

Caramba, que viagem!

Ainda tô bolado com tanta informação...
Em meio assombrado pelo que os efeitos digitais
são realmente capazes de fazer: Será mesmo justo?
E o trabalho do Ator Profissional? Fica Obsoleto?
Ficará Dispensável Futuramente? E agora, Pablo?

Abraço!

Vinícius br

30/7/2009 10:57:47

Achille de Leo

Por um instante, pensei em dizer que o que mais me deixou ansioso foi a promessa para Avatar. Mas isso foi só na metade do primeiro segundo após concluir a leitura, tempo suficiente para eu voltar a sentir meu corpo e entender fisicamente a expressao assombrada e deslumbrada no meu rosto. E no um segundo e meio seguinte, quando recapitulei tudo, entendi que Avatar era apenas um dos responsáveis pela minha falta de ar.

Estou convencido. Eu tenho 1 ano para:

a) aperfeiçoar meu ingles para o mais perto possivel da fluência;
e b) guardar parte de todos os meus próximos salários.

Serei um dos participantes da viagem. Isso eu me prometo!

Achille de Leo br

30/7/2009 11:36:51

Graziela

Como faz pra mandar meu currículo pra essa biblioteca? Gente, meu sonho! Smile

Graziela br

30/7/2009 16:13:18

Guilherme [7WOA]

A respeito da cena da chuva que na realidade foi filmada durante o dia, isso me faz lembrar de uma cena de O Retorno do Rei.

Quando Pippin encontra Merry caído após a batalha nos Campos do Pellenor; na versão original, a cena se passa durante o dia. Já na versão extendida, a mesmíssima cena se passa a noite. É interessante observar o poder dos efeitos visuais numa comparação de cenas como essa.

Enfim, belo texto... espero que outros como esse estejam por vir.

Guilherme [7WOA] br

30/7/2009 19:20:38

Marcos

Pablo, que post maravilhoso, que bom compartilhar conosco essa experiência. Que inveja também!...hehe

Já conhecia esse programa através do blog da Ana Maria Bahiana e torço para que ele perdure por anos, pois fazê-lo é um dos meus projetos de vida para os próximos anos.

Queria poder ter ido a esses lugares através do meu doutorado - bolsa "sandwich" - mas, infelizmente, não foi possível. Essa biblioteca, com todos esses roteiros à disposição... meu Deus, sonho!

Grande abraço e espero com ansiedade os próximos posts.

Marcos br

30/7/2009 20:44:44

Indy-Joe

Alguém mais pensou que Pablo teria citado rob schneider como exemplo de ator ganhando oscar graças a efeitos de computação? Talvez esse pensamento tenha sido apavorante demais pra ele falar isso...

Indy-Joe br

31/7/2009 0:03:36

joycilen

como eu queria estar aí! meu sonho...
faz uma apostilinha esnsinando tudo que aprendeu aí quando voltar que eu compro! hehe

joycilen br

31/7/2009 1:42:32

Joaquim

"e mesmo que não tenha descoberto um único fato novo durante a fala do profissional" - Porra Pablo, você é crítico de cinema, não técnico de efeitos especiais, e mesmo que fosse, seria no Brasil. DUVIDO que não tenha descoberto "um único fato novo" na fala do cara.

Menos, menos meu caro.

Joaquim br

31/7/2009 2:27:59

Pablo

Joaquim, a palestra foi sobre a História dos Efeitos Visuais e os filmes que revolucionaram a tecnologia ao longo das décadas. Não foi sobre a técnica em si.

Não julgue sem saber, sim?

Pablo br

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