Mostra de São Paulo 2009 - Dia 06

by Pablo 31. outubro 2009 12:48

(Abraço ao velho leitor Renato Gaiarsa, que finalmente conheci pessoalmente depois de tantos anos lendo seu nome entre os comentaristas mais freqüentes do Cinema em Cena e deste blog.)

E...

16)      Zero (Idem, Polônia, 2009). Dirigido por Pawel Borowski. Com: Robert Wieckiewicz, Marian Dziedziel, Agnieszka Podsiadlik, Andrzej Mastalerz.

Mais um filme que usa a estrutura de múltiplas narrativas paralelas para apresentar o espectador a uma imensa galeria de personagens cujas vidas se tocam direta ou indiretamente em vários momentos. A mensagem é sempre a mesma: somos criaturas solitárias, tristes, egoístas e cegos para o próximo. Vivemos num planeta gigantesco, mas afetamos uns aos outros constantemente, mesmo que não percebamos. Blábláblá, chororô, epifanias, final em aberto.

Isto não quer dizer, é claro, que todos os longas que adotam esse tipo de narrativa ou que buscam desenvolver temas similares estão fadados ao fracasso: obras como Nove Vidas, 21 Gramas, Magnólia, Nashville, Grande Hotel, entre outras, conseguiram fazer isso com competência e de maneira interessante, mas, aqui, o diretor polonês Pawel Borowski carrega a mão em sua insistência de estabelecer as ligações, tênues ou não, entre todas aquelas pessoas – ao mesmo tempo em que nos tortura com uma trilha que contém apenas dois temas repetitivos: um melancólico (que dura quase todo o filme) e outro mais pesado (para cenas tensas e/ou dramáticas).

Mas, esforços à parte, o longa acaba soando tão vazio quanto seus personagens. (2 estrelas em 5)

  

17)      O Apedrejamento de Soraya M. (The Stoning of Soraya M, EUA, 2008). Dirigido por Cyrus Nowrasteh. Com: Shoreh Aghdashloo, Mozhan Marnò, Jim Caviezel, Navid Negahban, Ali Pourtash, David Diaan, Parviz Sayyad, Vachik Mangassarian.

Com um título como este e o crédito de “efeitos de maquiagem” surgindo já no início da projeção, é fácil imaginar que O Apedrejamento de Soraya M. não poupará munições ao enfocar o evento que originou o livro de Freidoune Sahebjam e que aqui foi adaptado pelo casal Betsy Giffen Nowrasteh e Cyrus Nowrasteh, com este último assumindo também a direção – e, de fato, não seria absurdo reintitular esta produção como A Paixão de Soraya M.

Trazendo Jim Caviezel com um pronunciado sotaque e um ainda mais pronunciado nariz, o filme recria os eventos que levaram ao julgamento e à execução pública da personagem-título, injustamente acusada de adultério pelo marido. Empregando com eficácia as locações, que refletem a aridez daquele mundo através da miserável vila que parece escavada nas pedras, o longa é hábil ao retratar como interpretações maldosas do Corão são utilizadas por mulás e outros indivíduos (invariavelmente homens) em benefício próprio para cimentar seu poder ou mesmo ganhos financeiros. Relegando as mulheres a um papel de subserviência absoluta, esta leitura do livro sagrado dos muçulmanos estimula o machismo desde a infância – e não é à toa que Soraya demonstra verdadeiro medo até diante dos próprios filhos do sexo masculino (infelizmente, com razão).

Adotando um estilo melodramático que freqüentemente dilui o impacto que vários momentos poderiam ter justamente ao carregar nas tintas, o filme peca também pela deselegância de sua montagem -  o que se torna claro especialmente nas cenas que envolvem simples planos e contraplanos e durante as quais os dois montadores praticamente esperam o início de cada fala para realizarem seus cortes. Da mesma forma, o diretor Cyrus Nowrasteh freqüentemente se entrega ao lugar-comum, como no terrível plano em que a câmera sobe num plongé enquanto a personagem de Aghdashloo olha para o céu com os braços abertos e na cena em que vemos a protagonista percorrendo campos verdes e iluminados com suas duas filhas, numa tentativa patética de amenizar um pouco o impacto de seu martírio e evitar que o público saia do cinema excessivamente deprimido (o mesmo, aliás, vale para a gag pavorosa – e ofensiva – que envolve saltimbancos chegando à vila no momento do julgamento de Soraya). Ainda assim, confesso ter apreciado o plano-detalhe que se concentra no olhar agonizante da moça em seus instantes finais.

Mas o grande equívoco de O Apedrejamento de Soraya M. reside, de fato, no maniqueísmo da trama: ao apresentar o marido da protagonista e o mulá da vila como dois grandes vilões, o filme praticamente anula a própria denúncia sobre os crimes cometidos em nome de interpretações equivocadas do Corão ao sugerir que a morte de Soraya M. tenha sido fruto das ações específicas daqueles dois indivíduos – que, para piorar, são encarnados por Navid Negahban e Ali Pourtash como caricaturas de vilania, levando o espectador a odiá-los, e não às circunstâncias que permitiram que aquilo ocorresse. De maneira similar, a partir do momento em que recebe a sentença de morte, Soraya passa a ser vivida por Mozhan Marnò como uma autêntica santa, enfraquecendo a tragédia humana ali contida.

E chegamos, enfim, à presença de Jim Caviezel no filme – uma das escalações de elenco mais mal-intencionadas que já vi: notório por encarnar ninguém menos do que o símbolo máximo do Cristianismo no sádico longa de Mel Gibson, ele aqui se torna o porta-voz da crítica ao Islamismo, ganhando a oportunidade até mesmo de encarar os algozes de Soraya e dizer: “Como puderam fazer isso?”, numa cena que prova que o cineasta Cyrus Nowrasteh é um tremendo preconceituoso ou um tapado colossal por não ter percebido a bagagem que Caviezel traria consigo para a narrativa.

Em qualquer um dos casos, o diretor merece um colossal puxão de orelha. (2 estrelas em 5)

 

18)      Morrer como um Homem (Idem, Portugal, 2009). Dirigido por João Pedro Rodrigues. Com: Fernando Santos, Alexander David, Gonçalo Ferreira de Almeida, Jenni La Rue, Chandra Malatitch.

Tônia é um travesti que, sucesso absoluto em uma boate de Lisboa, sofre pela instabilidade do jovem parceiro, o costureiro Rosário (David), que rouba seus pertences para comprar drogas. Pressionada pela competição oferecida por uma nova artista, Jenny (La Rue), Tônia (Santos) também deve lidar com a rejeição do filho Zé Maria (Malatitch), cuja própria insegurança sexual o leva a culpar o pai por sua infelicidade.

Embora soe como uma trama previsível e batida (e é, de fato), a narrativa de Morrer como um Homem ganha força graças ao tratamento visual oferecido pelo diretor João Pedro Rodrigues: já na cena inicial, por exemplo, o cineasta compara a força destrutiva do sexo e da morte num encontro clandestino que culmina em ambos – e, da mesma forma, é fascinante perceber como Tônia (que adotou este nome, acreditem ou não, por admirar nossa Tônia Carrero) é constantemente traída pelo próprio corpo não só por já ter nascido com o sexo errado, mas também por ter seus implantes de silicone rejeitados pelo organismo.

Por outro lado, Rodrigues revela uma auto-indulgência pavorosa em inúmeros planos que, intermináveis, parecem não exercer outra função a não ser a de provar como o diretor não teme alienar seu público – e por mais que tenha admirado o plano que, capturado sob filtro vermelho, traz vários personagens, absolutamente imóveis, escutando “Calvary”, de Baby Dee (“Take up your cross and follow / Wake up from your sleep / Wake up, wake up in sorrow / Wake up, wake up and weep”), o fato é que Morrer como um Homem traz vários outros interlúdios musicais que nem sempre conseguem provocar o impacto desejado pelo cineasta.

Ainda assim, é impossível não admirar a lógica de várias decisões narrativas da obra, como a de jamais mostrar a platéia de fãs de Tônia, guardando sua única apresentação pública para o belíssimo plano final, onde esta performance soa apropriada e comovente. É uma pena, portanto, que a sutileza não seja uma virtude presente na maior parte deste filme que, mesmo com seus momentos de brilhantismo, resulta tristemente irregular. (3 estrelas em 5)

 

19)      Esburacando (Man Tänker Sitt, Suécia, 2009). Dirigido por Henrik Hellström, Fredrik Wenzel. Com: Sebastian Eklund, Jörgen Svensson, Hannes Sandahl.

Outro exemplo de projeto que busca retratar a melancolia da condição humana ao seguir vários personagens, o sueco Esburacando se diferencia um pouco de seus primos ao adotar o ponto de vista de uma criança como guia da narrativa: passeando sem supervisão pelo imenso condomínio fechado no qual reside com sua mãe, o pequeno Sebastian (Eklund) raramente abre a boca em público e logo concluímos, ao observá-lo com um pouco mais de cuidado, que ele provavelmente sofre de algum grau de autismo. Ainda assim, é em sua vozinha frágil e infantil que surge a narração em off que abre, comenta e encerra o longa, o que, de certa forma, confere grande força ao que é dito.

Um dos poucos filmes que vi nesta edição da Mostra que sabem a diferença entre uma abordagem contemplativa e outra meramente entediante, Esburacando surge comovente sempre que se permite observar seus personagens sem julgá-los – e se inicialmente somos levados a atribuir mau-caratismo ao pai solteiro que troca a fralda do filho no chão sujo de um estacionamento ou uma personalidade deprimida a um faxineiro que aos poucos vem construindo sua casa, eventualmente notamos que todas aquelas pessoas parecem sofrer de alguma forma de autismo (e que este, na realidade, é um mero símbolo do isolamento auto-imposto no qual vivemos hoje em dia).

Usando os conflitos entre pais e filhos como algo recorrente em sua abordagem temática, o longa traz um elenco sólido em papéis que exigem um grau de concentração colossal. O destaque, aliás, fica por conta do pequeno Sebastian Eklund, que protagoniza um momento verdadeiramente mágico: ao mentir para a mãe, ele não consegue deixar de sorrir levemente – o que imediatamente o leva a comentar baixinho “Eu não gosto deste sorriso”. Improvisado ou não (para dizer ao certo, seria importante saber se o pequeno ator é realmente autista, mas, embora julgue que sim, não posso afirmar), a cena é soberba ao capturar um pequeno e verdadeiro instante de intimidade entre mãe e filho.

Com uma trilha profundamente evocativa que combina uma melodia lúdica com um coro gregoriano que confere um caráter religioso à sua investigação sobre o Homem, Esburacando, como tantos outros desta Mostra, eventualmente acaba pecando pela repetição, já que, sem confiar em seu público, parece acreditar que a única maneira de estabelecer seu tema é martelando-o incansavelmente na cabeça do espectador. (3 estrelas em 5)

 

20)      Backyard (Idem, México, 2009). Dirigido por Carlos Carrera. Com: Ana de La Reguera, Asur Zagada, Iván Cortes, Marco Pérez, Joaquín Cosio, Alejandro Calva, Amorita Rasgado, Enoc Leaño.

Embora representem um subgênero extremamente prolífico, os filmes que giram em torno de serial killers costumam adotar uma de poucas abordagens – em ordem de preferência: a) a metodologia particular do assassino; b) a personalidade do(s) herói(s); c) o processo investigativo em si. Raramente, portanto, estas obras se concentram naquela que é a figura que mais tem a perder na história: a vítima. E ainda mais raro é um longa que procura estudar a natureza do crime – normalmente cometido contra mulheres.

Pois Backyard é notável justamente por encarar seus cadáveres não como atrações mórbidas, mas como verdadeiros testemunhos de nosso fracasso como espécie: se muitos filmes tratariam as dezenas de corpos putrefatos como maneira de provocar um choque visual e de atestar a competência do supercriminoso, esta obra mexicana se esforça para estabelecer que cada uma daquelas mortes não apenas representa uma tragédia coletiva, mas individual. E o mais assustador: inspirado em fatos reais, o roteiro de Sabina Berman estabelece o crime de natureza sexual como uma verdadeira epidemia (ou pior: pandemia), usando como microcosmos a cidade Juárez, na fronteira com os Estados Unidos.

Começando com uma narração feita pelo radialista Peralta (Cosio), que funcionará como arauto e consciência da narrativa, BAckyard já traz um plano brilhante em seus minutos iniciais, quando, através de uma simples panorâmica, justifica o título ao apresentar Juárez como o quintal da rica El Paso, nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que estabelece as condições miseráveis da cidade mexicana. A escolha das locações, aliás, é um dos grandes méritos da produção, já que ajuda a estabelecer aquele universo sem que quase nada precise ser dito – e que diálogo poderia substituir a imagem da escadaria feita de pneus velhos num barranco de um bairro miserável ou as verdadeiras montanhas de borracha formadas por estepes descartados?

Focando os esforços da detetive Blanca (de la Reguera, excepcional) ao assumir a impossível missão de esclarecer as mortes e os desaparecimentos de dezenas (provavelmente centenas) de mulheres na cidade, o impecável roteiro de Berman divide sua narrativa em várias linhas paralelas: há o governador de Chihuahua, ansioso para evitar que os crimes sujem sua reputação como administrador e que se vê pressionado pelos empresários que investem no Estados; a imigrante Juana, que se muda para a casa da prima em Juárez a fim de trabalhar em uma fábrica local; a assistente social que, revoltada com os desparecimentos, tenta chamar a atenção da imprensa e das autoridades para o caso; e, finalmente, o já mencionado radialista da cidade – além, claro, de personagens secundários como o rapaz apaixonado por Juana, o incompetente parceiro da policial Blanca (e que é recompensado por sua estupidez apenas por ser homem), e, finalmente, o empresário vivido pelo sempre ótimo Jimmy Smits. A partir destas figuras, o diretor Carlos Carrera cria um painel ambicioso e admirável sobre o que significa ser mulher em certas partes do planeta mesmo nos dias de hoje: temer constantemente pela própria integridade física, moral e psicológica.

E não nos iludamos: por mais que tenhamos caminhado como Sociedade, ainda vivemos num mundo primordialmente machista: as mulheres recebem menos pra realizarem o mesmo trabalho que seus colegas do sexo masculino; são assediadas agressivamente nas ruas, no trabalho e na faculdade; e caso se atrevam a assumir a própria sexualidade, são tachadas de “puta” – como testemunhamos recentemente no caso dos universitários (repito: universitários) que lincharam moralmente uma colega que se atreveu a mostrar as coxas na faculdade. Além disso, a violência doméstica e sexual contra as mulheres mantém-se em índices alarmantes – e quando lemos algumas rápidas estatísticas ao final de Backyard, percebemos que ainda há muito a caminhar para que possamos ser realmente tão evoluídos quanto nos julgamos.

Mas talvez lugar algum seja pior, neste aspecto, que a Juárez que inspirou o filme – e na qual o assassinato de mulheres se tornou comum a ponto de parar de ganhar as manchetes dos jornais. Seguindo a teoria da “Janela Quebrada” de James Wilson e George Kelling, aliás, a situação se torna cada vez pior justamente por não ser atacada em suas raízes: a criação machista dos países latinos, a estrutura paternalista da família, a falta de punição para agressões domésticas e assim por diante.

Indicado oficial do México ao Oscar 2010, Backyard consegue provocar uma bela reflexão sobre o tema sem, com isso, soar excessivamente didático ou condescendente – e também sem se esquecer de funcionar, sim, como um thriller policial envolvente e bem construído. (5 estrelas em 5)

5.0 ponto(s). Avaliado por 4 pessoas

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críticas | novos filmes | premiações e eventos

Comentários

31/10/2009 21:19:11

Ânderson Luiz Galdino Rodrigues

Pablo, é impressão minha ou parece que o nível da Mostra neste ano não é dos melhores?

Ânderson Luiz Galdino Rodrigues

31/10/2009 22:53:56

Christiano

Pablo, você viu que o Danilo Gentili do CQC foi preso aqui em Assis (SP) durante gravação de uma matéria para o programa da Band? Ele foi levado para a delegacia porque aparentemente confundiram ele como um mendigo (ele estava vestido como morador de rua). A Delegacia Seccional aqui da cidade resolveu implantar uma política de tolerância zero em relação à vadiagem, baseada numa lei antiga que estava em desuso. O objetivo seria minimizar a criminalidade na cidade, já que alguns moradores de rua abordam as pessoas supostamente para pedir esmolas e coisa do tipo e acabam assaltando ou roubando as pessoas, inclusive invadindo casas com esse objetivo ilícito. Inclusive na rodoviária da cidade o clima de insegurança entre quem chega de viagem é grande, já tendo havido matérias em jornais locais de comerciantes que têm lojas na rodoviária pedindo providências, como aumento do policiamento no local (onde existe uma base da polícia comunitária, na verdade uma pequena sala usada pela PM).
Matéria sobre a prisão do Danilo: www1.folha.uol.com.br/.../ult90u646155.shtml
Matéria sobre vadiagem em Assis: g1.globo.com/.../...ICA+LEI+QUE+PUNE+VADIAGEM.html (inclui reportagem em vídeo do Jornal da Globo)

Christiano

1/11/2009 2:14:44

Renato Gaiarsa

não estou tão velho, hehehe. mas bom encontrá-lo. também estava na correria pra ir ver Mother na Reserva Cultural. até quinta a gente se encontra de novo. abraço.
e a quem interessar, tenho colocado pequenos comentários para os filmes que tenho visto, está no link.
Abraço a todos

Renato Gaiarsa br

1/11/2009 20:37:03

Pedro K.

E os "Jovens Clássicos"? Nunca mais ouvi falar dessa série, achava tão bacana...

Eu queria MUITO que você escrevesse uma crítica do "Rei Leão"! Espero por ela há anos, na verdade, espero por ela desde que comecei a frequentar o site!


Abraço,

(by the way, já sei que vc gosta muito do filme, 5 estrelas no Rotten Tomatoes...)

Pedro K. br

1/11/2009 21:59:02

Filipe

Pablo, por que você não vê (ou pelo menos não comenta) filmes que NÃO SÃO lançamentos? Pô, tem várias coisas legais tipo Crônica de Anna Magdalena Bach, A mulher do lado, O jantar, mas você só comenta nesses tópicos de mostra os filmes novos...

Filipe br

2/11/2009 11:20:29

Luiz

"...e caso se atrevam a assumir a própria sexualidade, são tachadas de “puta” – como testemunhamos recentemente no caso dos universitários (repito: universitários) que lincharam moralmente uma colega que se atreveu a mostrar as coxas na faculdade".

Pablo está ficando velho e chato Tong

Luiz br

2/11/2009 15:29:52

maíra

Ontem estreou ‘I love you Phillip Morris’ na Mostra. To muito curiosa pra ver esse filme.

maíra br

2/11/2009 17:38:42

Christiano

Pablo, vc vai fazer crítica do "This is it", do Michael?

Christiano

2/11/2009 20:12:20

pandeglang

amazing info

pandeglang us

3/11/2009 10:13:24

Robson Saldanha

Apesar de, aparentemente, não está sendo das melhores amostras... queria muito poder conferir estes filmes. Essa diversidade é que não tenho por aqui...

Robson Saldanha br

3/11/2009 10:56:34

Jacques

pablo, gosto mto q vc cubra mostras importantes como essa!

Vc ja viu Mother? E The time that remains? ouvi falar maravilhas, tao sendo mto recomendados. Para os q comentaram aí em cima, talvez as poucas estrelas se devam ao recorte q o pablo escolheu (talvez nao tenha dado tanta sorte nas escolhas). a mostra costuma ser mto boa!

Jacques br

4/11/2009 6:30:12

Filipe

Obrigado pela resposta...

Filipe br

3/1/2010 18:56:24

Fabiana

"Backyard" é uma porrada. Me proporcionou um daqueles momentos "Minha vida é perfeita e eu nunca deveria reclamar de nada".

Fabiana br

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