Amor - Ódio - Amor - Ódio - e Ódio novamente

by Pablo 14. dezembro 2009 18:47
Quando comecei a atuar como crítico de cinema, em 1994, era um completo desconhecido no meio. Escrevia para alguns BBS de Belo Horizonte (a Internet pré-Internet) e em um jornal regional. Em 97, com a criação do Cinema em Cena, comecei lentamente a ganhar alguns leitores e eventualmente decidi largar a Medicina (estava no sétimo período da UFMG) para me dedicar com exclusividade ao site - e dois anos depois, como chefe de redação da revista MovieStar, percebi que a crítica viera para ficar.
 
Nesta época, eu era "novidade" - e, assim, era comum ver meu nome citado ao lado de elogios feitos por leitores satisfeitos com a chance de ler algo sobre Cinema escrito por alguém diferente dos medalhões habituais. O curioso é que, lendo textos da época (especialmente aqueles escritos em 1997 e 98), continuo a concordar com os argumentos em si, mas sinto certa vergonha da forma com que escrevia (há exceções; acho a análise sobre Amadeus aceitável, por exemplo). Com o passar do tempo, fui me sentindo mais seguro de minha "voz" e o Cinema em Cena foi se estabelecendo como referência na Internet brasileira.
 
E, de um dia para o outro, comecei a perceber que muitos me odiavam.
 
Sim, a palavra é "ódio". Passei a receber emails ofensivos com freqüência cada vez maior e em diversos fóruns meu nome se transformou em sinônimo de "mau crítico". O romance inicial havia chegado ao fim. Para piorar, ignorando os conselhos de amigos e familiares, eu buscava ativamente essas mensagens negativas, lendo-as e, em vários casos, respondendo-as. E cada uma delas me irritava profundamente.
 
E então, depois de  uns dois anos, as mensagens positivas e os elogios retornaram como que por encanto. Eu era "in" mais uma vez. Sim, aqui e ali surgiam detratores, mas nada como antes. Ou eu estava fazendo algo de incrivelmente certo ou o ciclo reiniciara sozinho. 
 
O que me traz à fase atual: ou estou fazendo algo de incrivelmente errado ou o ciclo saltou para a segunda fase. Chega a impressionar: há pessoas que parecem ignorar tudo o que escrevo até que, ao encontrarem uma palavra da qual discordam, escrevem posts longos e apaixonados sobre como sou detestável, estúpido e mereço a morte. Claro que agora aprendi com os erros do passado e não saio buscando estas ofensas, mas há sempre leitores "prestativos" que não hesitam em enviar links para as agressões - e mesmo tendo amadurecido um pouquinho (ênfase no "pouquinho"), não consigo resistir ao simples clique que me levará à fogueira.
 
Há exceções? Claro que sim: há alguns dias, por exemplo, linkei aqui a carinhosa carta aberta de um leitor - que, por sua vez, inspirou várias outras mensagens de carinho. Mas os haters também se fazem presentes pelo Twitter (quando insistem em incluir um "@pablovillaca" em seus posts de ataque para se certificarem de que os lerei), através de emails e em posts no fórum do Cinema em Cena (parei de ler outros fóruns e mesmo de publicar respostas no nosso próprio). Mas acho que é inevitável que isso aconteça.
 
Enfim. Não há uma conclusão ou mesmo um insight neste post. Senti apenas a necessidade de comentar esse curioso (e frustrante) ciclo que venho observando ao longo destes quase 16 anos (caramba) como crítico.

4.8 ponto(s). Avaliado por 6 pessoas

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Comentários

14/12/2009 20:42:54

PABLOMUSTDIE

Chorão! Morra, Pablo!

PABLOMUSTDIE br

14/12/2009 20:44:07

Pablo

Case in point.

Pablo

14/12/2009 20:47:14

Felipe Fonseca

Vou aprendendo com o tempo a realmente ignorar esse tipo de coisa. Como você mesmo disse, é difícil, mas é o melhor caminho.

Sobre essas ondas de amor e ódio, começo a experimentar um pouquinho disso. Meu alcance aqui na internet não chega nem perto do seu, mas mesmo assim, na minha proporção, comocei a sentir os efeitos de ganhar um pouco mais de público, de atenção. Já surgiram os primeiros "do contra", que do nada começaram e deixar xingamentos em meus vídeos do You Tube, por exemplo. E foi algo que me deixou muito surpreso, dada a natureza irracional dos ataques. Percebi que todos aqueles que chamam a atenção, em maior ou menor escala, ganham detratores cegos e fervorosos.

E sem dúvida, quanto mais sucesso você faz (e você faz sucesso, Pablo), mais pessoas te odeiam.

Triste para os que odeiam, é tudo que tenho a dizer. Pois para quem é odiado, basta ignorar. E isso é extremamente frustrante para os odiadores.

Felipe Fonseca br

14/12/2009 20:47:26

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14/12/2009 20:51:55

=draupadi=

uai, me parece meio óbvio... como cada vez mais pessoas tem acesso à net e ao seu site, começam a vivenciar todo esse ciclo pela primeira vez [na vida delas]. daí vc não pode tentar localizar esses ciclos pessoais (como diria o raul, pessoais, de cada pessoa, in-divíduo, dentro dele mesmo =P) como fenômeno antropológico =P
quem já elogiou uma vez não vai ficar fazendo isso a vida toda (pq tem mais coisa pra fazer e pq senão vc vai começar a desconfiar das intenções da pessoa)... mas em contrapartida quem quer encher o saco faz isso com alguma frequência e sob diferentes nomes, né?

=draupadi= cl

14/12/2009 20:56:48

Julio Santiago

Tá velho, hein!!!!

Julio Santiago br

14/12/2009 20:56:50

Alexandre

Sou seu fã, mas é INACEITÁVEL que você pense que UP mereça só 4 estrelas. E A Princesa e o Sapo, só 2. Ao ouvir a crítica de 500 Dias com Ela, me deu a impressão de que vc estava de mau humor. Zooey Deschanel, q antes era uma gracinha inexpressiva, se tornou uma garota brochante? Se vc der menos de 5 estrelas para Avatar, eu vou te ameaçar de morte q nem as crepusculetes!

Alexandre br

14/12/2009 20:59:52

Guilherme Huyer

Quando descobri o Cinema em Cena, em 2005, confesso que de cara odiei as suas críticas. Mas isso se deve ao fato de que eu ainda era bastante criança.
Passei a acompanhar o site, e comecei a concordar cada vez mais com você.
No entanto, teve uma época, realmente não lembro da data, mas teve um tempo que aconteceu alguma coisa com você que em quase tudo que você escrevia eu via motivo para discordar, e até replicar.
Isso passou. Pelo menos passou comigo.
Creio que de fato haja esses ciclos de opiniões positivas e negativas.
Particularmente, eu não vejo motivos para odiar você como pessoa. Mais de uma vez já provou ser alguém de caráter, sério, e tenho certeza que você deve ser um ótimo amigo com seus amigos.
Espero que essas respostas ofensivas não atrapalhem o seu invejável senso crítico. Pois sempre que tem estréia no cinema, logo penso "O que será que o Pablo achou do filme?".
Bom, só não comento mais porque agora eu vou ver o Nascido no Dia 4 de Julho na TV.
Abraço!

Guilherme Huyer

14/12/2009 21:00:40

Larsen

Acompanho o site desde 98... E acompanhei boa parte das críticas, mas prefiro ler geralmente depois de ver o filme...
O meu sentimento quanto as críticas, e talvez seja esse o motivo que não te agradem suas próprias críticas antigas, que era algo mais próximo de um fã comentando um filme, do que um crítico analisando um filme...
Veja, era um sentimento meu... Mas acompanhando as críticas, fui observando realmente a mudança cada vez mais técnico, em busca da excelência...
E nesse caso, a maioria não aceita que um filme idolatrado seja execrado... Não entrando na questão Crepúsculo, que imagino necessário uma abordagem completamente diferente...
Acho q esse distanciamento do fã e a chegada da parte mais técnica frustra os demais... E então o passional fala mais alto, e a destruição de um filme que é feito para ser tocante para um público mais genérico, ofende este público q se sente na obrigação de destruir quem apontou as falhas... Ser humano é complicado... É difícil aceitar outras opiniões... Argumentações são inúteis... Ngm, jamais, está disposto a mudar de opinião... E o mais fácil é partir pro ataque...

Larsen br

14/12/2009 21:01:16

Guilherme Lopes

Infelizmente existem pessoas que não conseguem entender que suas críticas não são a "verdade escrita" e sim sua opinião, claro que tem mais peso por ser um rapaz(me agradeça por isso) estudado e com uma bagagem cinematográfica tão extensa que nem consigo imaginar quantos filmes já deve ter visto (responda se souber, eu tenho uma lista dos que vi no cinema, kkkk), o que posso dizer é que como um ser humano pode não agradar a todos, eu por exemplo concordo com uns 95% das suas críticas e acho elas bem pontuais quando querem mostrar os erros ou acertos dos filmes, mas existem pessoas que querem, pelo simples fato delas gostarem de vampiros ou de robôs, que você ache o que elas acham (O que nesses dois casos citados estou 100% ao seu lado em suas críticas) Acho que o melhor pra você é sempre pensar que se você sempre é citado pelos seus "críticos" bons ou ruins é porque você tem grande valor para os que te adoram e incomoda os que te odeiam quando diz a "verdade" quer coisa melhor que isso.

Guilherme Lopes

14/12/2009 21:11:51

Danilo

Pablo, acho que vc é um excelente crítico. Sempre adoro ler suas críticas, em especial DEPOIS de assistir algum filme, para saber se deixei escapar detalhe e entender melhor o que assisti. Acredito ter melhorado muito minha percepção sobre filmes depois que comecei a acompanhar o Cinema em Cena. Passei a prestar mais atenção a detalhes do roteiro, direção e atuações, por exemplo. E em geral (diria que em mais de 90% dos casos) eu concordo com suas críticas.
Mais do que concordar ou não, acredito que todas são muito bem construídas e todas são baseadas em argumentos sólidos.
Bem, mas sobre os seus haters. Acredito que eles são de duas origens: os que não aceitam críticas sobre um filme que gostam (exemplo maior? crepusculetes, claro. Se vc não gosta de Crepúsculo é um idiota e mau crítico) e os que acompanham teu twitter e por algum motivo não gostam de vc de uma forma mais 'pessoal'.
Eu passei a acompanhar o seu twitter faz um tempo, para saber em primeira mão suas opiniões sobre filmes e me deparei com opiniões (muitas vezes polêmicas) sobre diversos assuntos. Acho isso legal, vc não ser uma pessoa de um assunto só (cinema) e devo dizer que assim como as críticas de cinema achei esses textos muito bons e adoro lê-los. Mas o caráter polêmico de alguns deve incomodar muita gente. Também acho que vc 'ligar' para seus críticos, respondendo através de RTs, é oque realmente faz o número deles aumentar. Assim como ficar dando RT em vários elogios, oq as vezes, desculpe-me a sinceridade, parece um pouco egocêntrico por vezes. Esse jeito de levar haters e lovers de um jeito mais pessoal faz com que as pessoas em geral tb o enxerguem nesse nível.
Enfim, acho que deve continuar seu excelente trabalho e não dar tanta bola nem para fãns e nem para haters.

Danilo br

14/12/2009 21:15:01

Thiago Lucio Oliveira da Silva

A minha relação de amor e ódio com relação ao trabalho do Pablo é constante, poderia até dizer que trata-se de um sentimento que se renova a cada crítica publicada. Mas acima de tudo há o respeito com relação ao profissional não apenas pelo concordar ou não concordar, não apenas por já ter tido o prazer de realizar um de seus cursos, mas principalmente por considerar que trata-se de um cara que realiza um trabalho que reflete a sua transparência, em todos os níveis.

Com relação aos demais, não resta dúvidas que quanto maior é a extensão que se atinge com um trabalho, maior serão os detratores, assim como aqueles que elogiam. É a ordem natural das coisas... E todos continuam lendo... gostem ou não... a unanimidade é burra e é inatingível... impossível agradar a todos...

Thiago Lucio Oliveira da Silva br

14/12/2009 21:20:18

Ultrafox

Bem... Lembro como se fosse ontem, suas investidas na extinta inforuso. Com os personagens do cinema e voce, sim voce mesmo pessoalmente distribuindo um modesto panfleto de divulgação... ôooooo como era bom aquele tempo. Somente pessoas intelectualmente inteligentes utilizavam internet... Morria de rir de ver os novatos digitando e-mail nos espaços de hiperlink, até mesmo no word e querendo saber se o e-mail foi mesmo... dos noobs digitando ctrl_alt_del no Linux... Ai ai como era bom este tempo... Hoje infelismente venho notando cada vez mais que a internet brasileira esta mais virando as redes de TV aberta neste brasil... Porcarias sem conteudo. baixaria e pornagrafia em horario nobre uma caixa de pandora que passa lixo 24horas. Resumo todas as suas criticas há apenas uma "Feita pra o ratatoulli" brilhante que pode ser usar para todos e por todos uma frase grandiosa ao mesmo tempo reveladora disse assim o critico ao ser perguntado porque era um critico tão magro: Eu não “gosto” de comida. Eu amo comida! Mas quando não gosto do que provei, eu não engulo. Assim vejo todos os filmes e os ignorantes arrogantes assistidores acidos de zorra total, casseta e planeta, gugu, xuxa e os outros centenas de milhares de inutilidades que consomem estes caras que persenguem e trucam qualquer um que se oponha a mediocridade. Força Pablo enquanto existir um homem bom tudo fará sentindo.

Ultrafox

14/12/2009 21:27:56

Chemis

Pablo, acho que você devia ver mais o outro lado. Você tem fãs. Não apenas leitores que respeitam e confiam nas suas críticas, mas sim fãs. Pessoas que te adoram mesmo e que não tem sequer coragem de discordar de você (é perceptível que existem em grande nº). Eu não estou no time dos 'adoradores de Villaça', mas respeito muito seus conhecimentos e opiniões. Enfim, vejo várias pessoas que te admiram de alguma forma aqui no blog. Pense nisso. Quantos elogios você recebe para cada mensagem negativa? Tenta ver por esse ângulo.
Não se abale muito com isso, quem tem reações muito viscerais tem um quê de paixão também...

Chemis

14/12/2009 21:31:59

Wally

Teve "insight" sim. Infelizmente, porém, poucos irão compreender. Como alguns que já comentaram neste post. Faz parte, acredito eu.

Wally br

14/12/2009 21:44:28

Bi

A única coisa que posso dizer é: nunca desista. Smile

Bi br

14/12/2009 21:52:43

Jorge Lima

"No momento em que vc diz alguma coisa, surgirão outras 10 pra dizer q vc está errado"

Jorge Lima br

14/12/2009 22:02:07

BHY

É que você não faz política, Pablo, você é "sincericida" e aí, meu caro, é dar a cara a tapa a toda a hora. Se não há como mudar seu jeito - que se provou até aqui muito bom - não há como evitar os que odeiam porque discordam. Se alguém não concorda com sua opinião, o que fazer? Lamentar. Há o que você pensa, há o que os outros pensam e há a verdade intocada. Quem tem razão está mais próximo dela. Você tem tido razão por um bom tempo. Continue assim. Wink

BHY br

14/12/2009 22:16:11

=draupadi=

"ôooooo como era bom aquele tempo. Somente pessoas intelectualmente inteligentes utilizavam internet..."

eu não li isso!
e adoro frases auto destrutivas, hehehehe

=draupadi= cl

14/12/2009 22:30:29

Chris

olha pelo lado bom...

a próxima fase é a de amor... ;)

Chris br

14/12/2009 22:35:13

Pedro S.E.

Não se preocupe, Pablo, mesmo sendo um galo velho que vê ciclos saltando em sua mente, ainda te amamos Smile

Pedro S.E. br

14/12/2009 23:05:58

Aibell

Nós te amamos, Pablo. Relaxa.

Aibell br

14/12/2009 23:10:34

Everton Machado

Olá Pablo, eu particularmente admiro muito suas críticas e confesso q desenvolvi uma paixão ainda maior ao cinema qdo comecei a ler o Cinema em Cena, indicado por um amigo q já nao tenho mas contato, ou seja suas críticas ainda permaneceram. Ora, não dá pra termos 100% de aprovação. Se até Jorge Linhares encontra um rol de defensores e admiradores, quanto mais vc por sua postura ética e por procurar sempre embasar seu trabalho com conhecimento técnico e mesmo adicionando um toque pessoal (que sinceramente a mim dá um grande prazer de ler seus textos). Acho bobagem se preocupar com isso e até certa falta de consideração com a grande quantidade de leitores q o admiram (mesmo eventualmente discordando de vc, porém colocando isso de maneira polida e procurando argumentar). Um grande abraço. E saia logo dessa crise. Acho sinceramente que há coisas melhores com o que se ocupar. Smile

Everton Machado br

14/12/2009 23:11:21

Maíra

Ninguém te odeia, Pablo. Ninguém deseja sua morte, acredite em mim. É normal um pessoa de mais visibilidade, ainda mais se essa pessoa é um crítico de cinema, literário, musical, seja o que for, receberem mensagens "de ódio". Eu mesma tenho um crítico musical americano que "odeio". Mas isso é porque ele detesta muitos dos artistas que amo. E também porque é bem visto pelo meio e que muitas pessoas concordam com a sua opinião, inclusive com a opinião que ele tem que desses mesmos artistas que gosto. Já me vi até tentada em escrever essas mensagens "de ódio" sobre ele em um fórum, mas me contive. É triste perceber que sua opinião, de algo que você gosta muito, não é unanimidade. E que alguém "bem visto" pelo meio, alguém "gabaritado", com conhecimento sobre o assunto, acha aquilo que você ama uma merda. Te faz se sentir menor. Não apenas isso. Te faz se sentir burro pelo seu "mau-gosto".

Mas eu odeio ele? Não. Desejo-lhe mal? Não. Quero a sua morte? De jeito nenhum. Mas acho que é aí que reside muito do "ódio" que nutrem por você. Você, uma vez ou outra, deve ter feito crítica terríveis a filmes que eles têm uma ligação pessoal, e você é um crítico de renome. Soma-se isso a suas opiniões de esquerda, que não esconde de ninguém. O anonimato que a internet proporciona não ajuda. Tem-se aí a receita de um "ódio". "Ódio" esse que não é real. Eles tem raiva de você, sim. Ódio? Não. Se eles tem ódio por alguma coisa de você, é pelas suas opiniões. Mas eu diria que é mais tristeza junto com raiva do que ódio. Tenho certeza que um dia você "visse a luz" para as opiniões que eles têm isso mudaria.

Sobre aquele crítico americano, ele não fez mudar minha opinião. Continuo o achando cego por não ver algo que é excelente. É, veja só muitos dos críticos de hoje (ele é da "velha guarda") têm a mesma que eu sobre esses artistas. Às vezes isso acontece com a arte. inclusive no cinema. Os críticos americanos detestaram "The Good, The Bad and The Ugly" na década de 60, e hoje é considerado um dos melhores filmes já feitos.

Maíra br

14/12/2009 23:12:07

paulo de tarso

Continue a nadaaar !!

paulo de tarso br

14/12/2009 23:27:38

Romulo

ahahahahah. Pablo, não gosto da maioria dos seus textos, mas não quero que morra, ok? =P

Romulo br

15/12/2009 0:01:48

Hugo César

esses dias tive um pensamento besta, deve ser muito difícil ser uma figura pública (e estava pensando naquelas q estão expostas aos paparazos etc), pois um dia mal-humorado, ou com azia e tudo pode ir por água abaixo, dada a exposição. Fiquei imaginando a invasão mesmo, aquela q a gente foge, poder rir de algo inusitado sem ter alguém pra estar do lado com aquele olhar interrogativo. Sabe, aquela liberdade meio pueril de poder coçar o saco, ou algo similar. É meio bobo, mas acho q eu não daria conta. Fiquei lembrando também daquela imagem do Lula, cidadão, bêbado e rindo durante uma festa junina e quantas críticas q jorraram naqueles dias. Pois bem, dito isso, meu pai outro dia criticou uma bandeirinha por pousar na playboy e depois se arrepender dada as conseqüências (parece q foi expulsa de alguma coisa), ao q eu rapidamente retruquei como sendo de pleno direito. Ele argumentou o fato dela ser uma figura pública e ter q arcar com isso. Eu não concordei, mas isso ficou ressoando em algum lugar aqui dentro. Agora, com esse post, eu relembrei todas essas coisas. De uma forma, ou de outra, estar tão exposto é estar disposto a tomar na cara de vez em quando. É saber q as pessoas necessariamente vão formar opinião e vão querer dizê-la a você, q nem sempre quer saber (mas parece q as vezes busca). É estar aberto para evocar ódios q não são racionais (e lembre-se, você fala de psicanálise, muitas coisas são da ordem do afeto, do pulsional q não tem representações fixas), q não são sadios, q nem ao menos deveriam ser gratuitas, mas são. As pessoas odeiam à toa, e muitas vezes elas gostam apenas de ferir. Retrucar isso é alimentar algo q nem você sabe muito bem o q é, afinal, por que mesmo você busca saber dessas críticas? Não parece ser da ordem da razão. Outra coisa, escrever é marcar, é simbolizar, é expor. Quando você critica, você trabalha com os afetos das pessoas(o que você mesmo já assinalou). Você fere como se fosse na carne. E nem todos estão abertos a receber essas marcas. Escrever é muito arriscado, e eu aposto q amanhã terei arrependido de ter escrito isso aqui. No mais, continue escrevendo, pois sempre vai haver quem leia. E eu leio com prazer. Abraços, HC

Hugo César br

15/12/2009 0:01:53

Herbert

Pablo, não entendo pq criticas negativas ao teu trabalho te afetam TANTO! Se te afetam, é pq tens uma insegurança acerca da qualidade do teu trabalho. Uma insegurança INJUSTIFICADA.

Dos leitores que acompanham teu trabalho com regularidade, entre admiradores e detratores, qual seria a porcentagem dos primeiros? 85%? 90%?
Não temos como fazer tal cálculo, mas estou certo de que se trata de um índice de aprovação altíssimo.

Ao ve-lo referindo-se à tua vida de critico como sendo composta por ciclos FRUSTRANTES e alvo de ÓDIO, me vem à cabeça a imagem de um acadêmico que se pune emocionalmente por um 8,5 ou 9 numa prova.

Mas como estamos falando de pessoas e não de pontos, existem os 10-15% restantes. Que ganham peso e forma ao considerarmos teu elevado número de leitores e o volume de acessos ao CeC. Ou seja, é ESTATISTICAMENTE esperado que recebas criticas negativas, mensagens de ódio e etc, ainda mais no ambiente anônimo em que nos encontramos. Nunca vais se ver livre de tais mensagens.
E só vais deixar esse ciclo, classificado por vc como frustrante, quando entender isso como um fenômeno natural.

Pablo, relaxa! Teu trabalho é único, teu site um sucesso e teu nome está em ascendência... e nada disso é à toa!

Herbert

15/12/2009 0:22:16

Ivan Guimarães Filho

Desculpe, mas a única coisa que entendi foi que você não gostou de (500) dias com ela...
MORRA, MORRA!! ASSISTA A SAGA CREPÚSCULO VERSÃO EXTENDIDA COM COMENTÁRIOS DAS CRESPULETES QUE TE ODEIAM!!

Ivan Guimarães Filho br

15/12/2009 0:36:34

Indy-Joe

Bom sem pensar profundamente sobre a questão de onda de amor e a recente onda de ódio, penso que possivelmente é que os últimos filmes blockbusters/da onda vc tem malhado nas suas criticas enquanto há uns anos atrás estavamos na epoca de Senhor dos Aneis que vc sempre elogiava e por isso deve ter ganhado vários fãs e recebido uma maior quantidade de elogios. Suas criticas para as continuações de Matrix e a nova trilogia Guerra nas Estrelas tbm foram bastante favoráveis (e olha que eu particularmente achei que vc foi bastante generoso com ambas).

Não sou bom de datas e nem lembro mais em quais anos foram lançados estes filmes, mas acredito que foi essa a razão de vc ter desfrutado um tempo de amor por parte do publico.

Indy-Joe br

15/12/2009 0:39:53

Indy-Joe

Dei enfase para blockbusters que possuem fãs vocais em comunidades na internet. Lembrei de transformers, outro filme da moda atual, que vc criticou bastante. My 2 cents

Indy-Joe br

15/12/2009 1:04:38

Felipe Dias

Acho que foi por sua causa que comecei a me interessar por cinema pra valer. Não que não gostasse de cinema antes, sempre adorei, mas acho que ler seus textos foi o que me fez começar a abandonar a "passividade" e realmente pensar no que estava vendo na (e ouvindo da) tela.

Comecei a ler os seus textos por volta de 2002, tinha lá meus 14 anos, e tudo o que eu acompanhava sobre cinema na internet ou em outros meios de comunicação eram textos tão superficiais que não me satisfaziam plenamente. Ninguém realmente comentava o que acontecia na película, muitos textos batizados de crítica eram em 90% de sua composição meras sinopses (isso quando não haviam spoillers) dos filmes. Até que me aparece esse tal de Cinema em Cena e você, Pablo Villaça, literalmente dissecando filmes com argumentos de incrível bom senso (pelo menos para o meu eu da época) e escrevendo de forma "mais amadora", leia-se "falando a minha língua", isto é, a linguagem usada era de tal simplicidade que acabava levando à uma imediata aproximação. Eu conseguia entender com tal clareza as suas críticas e observava cada ponto apontado em cada filme de tal forma que virei fã logo de cara. Teve época que lia sua crítica antes de assistir o filme e logo "comprava sua opinião" (o que é uma coisa péssima), me utilizando de seus argumentos para odiar ou adorar um filme logo de cara. O tempo passou e a maturidade veio, assim como o interesse pelo assunto cresceu e eu passei a buscar outras visões, conheci pessoas que se interessam por isso também, ouvi opiniões diversas, li outros textos e hoje acho que finalmente estou conseguindo o ideal, que é ser capaz de formular minha própria visão, contruir meus próprios argumentos. Hoje não é difícil eu discordar do que você escreve (de forma mais técnica, mais profissional que antes), coisa rara de acontecer antigamente. Mas sinceramente acho que isso não é mal sinal.

Tirando aqueles que odeiam por odiar (que devem ser ignorados, embora você não consiga), acho que você deveria ficar realmente feliz e orgulhoso, ao invés de frustrado, de ver seus leitores "criticando o crítico".

Afinal de contas, seu objetivo é fazer cada pessoa buscar seu próprio senso crítico ou fazê-las concordarem com você em tudo?
Continuo sendo seu fã, apesar de já não mais dizer amém a tudo o que você escreve. Que bom.

Felipe Dias

15/12/2009 2:30:13

Lucas

Acompanho o cinema em cena desde aquela época --- a propósito, gostava muito mais do dominio cinema.art.br Smile --- e acompanhei essa evolução da tua escrita. 16 anos depois, melhor crítico da internet brasileira: check. Crítico mais relevante do Brasil: só falta um pouco de visibilidade em mídias tradicionais. World-class critic: falta aprender a ignorar os dissidentes Smile

Os trolls aparecem com a fama. Se tu não fosse relevante, ninguém reclamava. Smile



Lucas us

15/12/2009 7:08:26

Israel M.

A internet é um paraíso para os "haters", afinal em qual outro lugar se pode encontrar espaço livre para expressar opiniões e o anonimato? Tentando fugir da psicologia barata, as pessoas geralmente ignoram o que odeiam. Se não te ignoram Pablo, tenho a impressão de que não é bem ódio o que essas pessoas sentem

Israel M. br

15/12/2009 7:11:20

Flavio

Gosto das suas críticas e do seu trabalho, e concordo com a maneira mais simples de escrever do inicio (vide a crítica de Quem vai Ficar com Mary?)mas mesmo assim são boas. e um dos motivos de começar a ler suas críticas foi justamente por não confiar mais nos "medalhões" e como vc se abre de uma maneira saudável, passei a ter vc como um amigo distante (que como raramente responde aos tweets, desisti hehe) E com isso aumentamos a confiança, credibilidade e admiração. Claro que nem sempre concordo (ex: O Nevoeiro) mas nunca vc me verá atacando algo que não gostei, saga crepúsculo não conta tá. Se não concordo com algo, entro e comento o motivo dessa de maneira ordenada, não saio atirando pedras em alguem que não partilha da mesma opinião que eu, aliás, acho isso "lamentável" hehe!!!!

Flavio br

15/12/2009 7:21:53

Marcos Jr

16?

Você vai passar dos 32 anos de carreira com certeza
Conheci o cec em 2004 e desde então leio suas criticas e vou continuar lendo
Aprendi muito com seus artigos Pablo e se um dia eu fizer um filme seu nome estará nos agradecimentos, só espero que você goste do filme hehe.

Abraços

Deus continue te abençoando

Marcos Jr br

15/12/2009 7:46:53

Fernando

Olá Pablo.
Na verdade é até fácil entender tanto ódio: o senso crítica da maioria dos jovens está decaindo consideravelmente. Talvez devido à internet, ou talvez à baixa qualidade dos filmes que são feitos para esse público mesmo. A música que eles ouvem, os programas de TV aos quais assistem, os livros que não lêem, tudo isso 'infrói e contribói' para que te achem um lixo. Infelizmente essa é a verdade. Enquanto que para nós (a minoria) de seus 'seguidores' é um prazer ler suas críticas a filmes ruins, para essa maioria é um tortura ler o que você escreve sobre filmes como Lua Nova e afins. Para mim é isso aí.
Abraço!

Fernando br

15/12/2009 8:15:28

Henrique

Eu não te odeio. Não te acho mau crítico (nem maravilhoso). E te acho uma boa pessoa.

Henrique br

15/12/2009 8:35:07

Carolina

Pablo, você não vai se lembrar dos poucos comentários que faço, mas se juntasse todos, veria que sou uma dos que "ama" você. Amor entre aspas, porque, a rigor, não amo pessoas que não conheço e não compreendo como alguém pode odiar de verdade alguém que não conhece. Assim, não leve muito a sério nem as declarações inflamadas de admiração e pense que essas pessoas hostis consideram você como você considera o Diogo Mainardi ou similar.

Carolina br

15/12/2009 9:06:22

Gambaleão

Depois de perceber que você luta contra o preconceito com as mesmas táticas dos preconceituosos você perdeu alguns pontos comigo, mas quem se importa, né mesmo?

E eu continuo achando que você é boa pessoa e bom crítico. Meio problemático, mas boa pessoa e bom crítico.

Gambaleão br

15/12/2009 9:09:37

Leandro Moraes

"ôooooo como era bom aquele tempo. Somente pessoas intelectualmente inteligentes utilizavam internet".

É, hoje os maiores propagadores de assuntos chatos, pornografia, etc... São os nerds, curiosamente, quem sabia tudo de linux, e-mail e o escambau naquela época e hoje.

Pablo, você já quase desejou a morte do FHC no teu avião. Hahaha. Lógico que não creio que levou ao pé da letra, nem sei se gostaria que ele ou o Mainardi passasse os olhos em algum texto que você possa ter feito para eles.

Mas o resto deve ser algum "polvinho" mais exaltado. Oito braços, oito pedras.

Leandro Moraes

15/12/2009 9:48:03

Eduardo Monteiro

Bom, já que virou o post de contar sua história com o Cinema em Cena, aqui vai a minha:
Meu interesse (crescente) por cinema começou em 2004 ou 2005, aos meus 13 ou 14 anos. O acesso ao Cinema em Cena foi inevitável, e confesso que não sei dizer as razões que me fizeram dar preferência ao site, não consigo lembrar o que me interessava tanto (me lembro que era fascinado pelo quadro de próximos lançamentos, onde não havia pôsteres, apenas os nomes dos filmes, em fonte vermelha quando eram recém modificados). Só sei que, sem mesmo perceber, o Cinema em Cena fazia parte da minha rotina, até que com o "advento" do Windows XP, com logins separados para cada usuário, tive a liberdade de configurar algo que já queria há bastante tempo: botar o Cinema em Cena como home page - o que é até hoje.
Não sei se gosto das críticas desde o início, o que considero natural, já que leigos com conhecimento e interesse ainda pequenos não são um bom público para tais textos. Porém, não me lembro de ter escrito alguma vez comentários ofensivos a pessoa de Pablo, algo que hoje, como grande fã, considero inconcebível. Como muitos já disseram, as críticas me ajudaram a desenvolver um senso crítico um pouco mais apurado, e meu hobby atual e permanente é assistir e analisar filmes. Baseado do trabalho de Pablo, dou notas de 1 a 5, anoto todos os filmes que vejo e faço rankings com os lançamentos do ano. E, diferente de outro comentário aí em cima, fiquei profundamente aliviado ao ver 4 estrelas para Up - Altas Aventuras, diante de tantas outras críticas efusivas em outros veículos.
Só não consigo admitir expressões de ódio devido a críticas de cinema, algo que prova que a pessoa não entende a natureza deste tipo de texto e demonstra uma tremenda imaturidade e falta de respeito.
Ficou grande meu post. Abraços, Pablo.

Eduardo Monteiro br

15/12/2009 9:57:50

Eduardo Monteiro

E Pablo, estava observando agora aqui nos comentários: já percebeu como seus leitores, de uma forma geral, escrevem bem?
Hoje em dia, é evidente que na internet as pessoas escrevem muito mal. Sem entrar no mérito da discussão (acho chatíssima essa discussão sobre linguagens diferentes. Para mim, muitos que escrevem errado na internet também o fazem em outras ocasiões), acho que até mesmo a leitura das suas críticas ajuda nesse sentido. Eu particularmente sinto isso, em mim mesmo.
Repare bem: a maioria usa pontuação e letras maiúsculas quando necessárias, duas coisas que definitivamente não são uma tendência na internet.

Eduardo Monteiro br

15/12/2009 10:27:16

Ramsés

Quando eu jogava futebol e era caçado em campo, agredido até, eu achava bom!! pois era sinal de que eu estava "matando a pau", acabando com eles!!

Ramsés

15/12/2009 10:57:33

Luiz Castanheira

O grande problema é que muitos igualam crítica a opinião e são incapazes de extrair algo de bom de uma crítica, cuja COMPOENTE SUBJETIVA, contrarie a sua inclinação perante uma dada obra. A fixação com o número de estrelas, em detrimento do texto em si, também é deveras reveladora sobre tal questão.

Meu contra-exemplo favorito quanto a isto tudo é o da crítica (infinitamente positiva) do "Tio Ebert" sobre ET. É um filme de que não gosto desde que era criança, mas adoro a mencionada crítica por acha-la de uma didática (tematicamente acoplada ao próprio filme) fantástica.

Abraço
Castanha

Luiz Castanheira br

15/12/2009 11:24:55

Bruno Sanchez

Pablo, tenho uma teoria de que isso começou a se agravar a partir do momento em que você começou a expor sua vida pessoal e seus pensamentos neste Blog.

O fato de você ser um defensor ferrenho do PT e do direito dos homossexuais, por exemplo, incomoda e chama a atenção das (muitas) pessoas que vão contra estas linhas.

É fato também que você segue uma linha clássica em suas resenhas, argumentando, olhando aspectos técnicos, enquanto a popularização da Internet nos últimos 5 anos trouxe uma batelada de resenhas "enxutas", onde a pessoa se limita a dizer "esse filme é uma bosta" e todos aplaudem sem nenhum embasamento. Isso ocorre especialmente em sites "nerds" por aí e todos sabem a quem me refiro.

Enfim, já não concordei com suas críticas diversas vezes, mas é sempre um prazer dedicar meu tempo a lê-las.

O importante, como você mesmo já disse, é focar no que você acredita e continuar seu trabalho. Se as pessoas dessem importância para todas as críticas que recebessem, ainda viveríamos pelados em cavernas.

Abs

Bruno Sanchez br

15/12/2009 11:50:17

Thiago Almeida

Só pra constar. Se eu ponho um "@pablovillaca" no meu twitter com uma crítica é sim para que você tenha consciencia do que eu penso com relação ao seu trabalho. Respondo assim, mas não me incluo na categoria de haters pq, se te odiasse, não perderia tempo lendo suas críticas.

Acredito que seu trabalho é excelente, mas que as vezes você pisa na bola, e pisa feio! Ponto final.

Thiago Almeida br

15/12/2009 12:26:34

Baldin - MP13

Pablo, relaxa... já recebi várias mensagens de pessoas dizendo que minha banda é uma bosta, nao tem jeito, tudo o que é subjetivo está sujeito a isso... em contra-partida levamos uma galera fiel aos shows e é gratificante...

No fim, de verdade, está ganhando dinheiro? As crianças estão comendo? Faz o que gosta? Viajou? Trocou de carro? Comprou tua casa?

Então manda um belo foda-se pros haters e siga com a receita do bolo que deu certo, de repente troque alguns ingredientes (não todos de uma vez) para ver se obtem um bolo mais gostoso, ou mais saudável, ou maior, ou mais recheado... walk on.

Baldin - MP13 br

15/12/2009 12:31:39

Marco Antonio

Um novo ciclo se inicia,prepare-se!
Bom,o que eu posso te sugerir é o que é óbvio :Ignore!
É o melhor remédio,sem sombra de dúvida.

Marco Antonio br

15/12/2009 13:08:52

Fabiana

Ei, isso que o Eduardo Monteiro comentou procede. Aqui no blog não há esse culto ao analfabetismo que permeia a maior parte da internet. Em nome da sanidade de todos.

PS: O RaUL a gente deixa. : )

Fabiana br

15/12/2009 13:22:40

Pedro Luís

Humm...não sei se você já fez essa analise, Pablo, mas se você pensar bem essa questão dos ciclos se deve a um outro ciclo: o de lançamento de filmes de sucesso.
Veja: Você está analisando há anos vários filmes, dentre eles, alguns sucessos que são fruto de um enorme entusiasmo do grande público pelas obras que originaram os filmes ou pela grande produção que eleva o status desses filmes. Normalmente, quando surgem filmes asssim, um grupo de pessoas passa a seguir uma especie de relação intima com essas produções e, gratas pelo entretenimento que elas lhe propuseram, passam então a pesquisar sobre o que assistiram e a entrar no "mundo" do filme. Até que elas se deparam com suas criticas. O inconformismo perante a consistência dos seus argumentos as deixam frustradas, enraivadas e violentas quando sua opinião é negativa a respeito do que elas viram na tela. Diante da impossibilidade de contra argumentar ou ao menos se dar por satisfeitas com um comentário aqui no blog ou em qualquer outro lugar, acreditando que você "forma opiniões" e que a defesa delas nunca terá a publicidade das suas criticas, elas passam a ler mais sobre você, com uma pré-compreensão já interessada em discordar das suas opiniões em busca de alguma forma de vingança pelo que foi dito sobre a obra-prima amada. Passam a "persegui-lo" em defesa de sua obra máxima e ainda aproveitam pra alfinetá-lo em todas as ocasiões possiveis. Uma hora, cansam, se apaixonam por outros filmes, largam do seu pé ou passam a enxergar a importância da diversidade, "engolem" a sua sinceridade e passam a acompanhar o site. Acho que nenhum deles realmente te acha incompetente. É fato que você sabe o que diz. As grandes produções esfriam. Passa um ciclo sem novidades, eis que surge uma saga Crepusculo ou qualquer outra moda que traz de volta a situação citada e tudo recomeça...É inevitável. O melhor a fazer é seguir os bons conselhos mesmo e continuar trabalhando. A publicidade que essas pessoas lhe dão é algo que você sequer imagina. O ódio atrai a legião para perto de si, os odiadores acabam mostrando para outras pessoas o que você escreve e muitas delas terminam gostando do seu trabalho. Seu público só tende a aumentar...sua sinceridade é sua arma e seu castigo ;d
É isso o que acho...RaUL poderá fazer uma analise melhor futuramente...UHAhuauhuaha

Pedro Luís br

15/12/2009 13:36:48

Eric

Não leve a vida tão a sério, PV. Afinal, ninguém sobrevive a ela mesmo.

E só prá te provocar deliberadamente: Tome umas aulas com o Reinaldo Azevedo em como mandar as favas, como não dar a mínima à babacas que se utilizam de ofensas, de delinquência moral e deficiência intelectual, com o intuito de te atingir psicologicamente. Um viva a... alegria de viver!!

E não seja ingênuo. Expor o quanto isso te atinge, só dá mais munição pros "lobos". Consegue visualizar os dentes arreganhados dos mesmos, ao lerem essas suas "mal" traçadas linhas?

Como diria Dilminha: "Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa". Argumentos contrários aos seus, aos nossos, são mais que bem vindos, afinal é assim que caminha a evolução da humanidade; mas xingamentos "não argumentativos", só merecem mesmo é serem devidamente destinados à privada do pensamento, sendo seguido do ato de dar-se a devida descarga.

Críticos, bons críticos profissionais, não comprometidos com linhas editoriais, não comprometidos com os diversos níveis de uma corporação, não comprometidos com ideologia, enfim, críticos não parciais, já são tão raros, que eu realmente admiro aqueles que permanecem em constante luta com a semiótica e o subjetivismo e conseguem extrair daí algo de proveitoso, algo isento, em prol de um melhor entendimento dos admiradores de uma obra de arte.

E como alguém já comentou aí prá cima: Quanto mais admiradores, mais gente que te detesta se fará presente, e obviamente não estamos falando de crepusculetes, pois elas são o que são... praticamente inofensivas. Infelizmente não posso dizer o mesmo daqueles cujo combustível é a inveja. Aí a coisa, evidentemente, se configura bastante complicadinha... Resta a vc aprender a lidar com essa característica tão humana, a inveja, a qual teima em não ser engolida pela evolução de nossa raça, já que prá uma boa parte de nós, infelizmente, conviver com o sucesso do outro pode ser o mesmo que sofrer uma tortura do Jack Bauer.

Bah!! Que venha a próxima sexta-feira, dia 18!! Vc está intimado a postar a crítica de "Avatar"... ontem!!

Eric br

15/12/2009 14:18:54

Beatriz Cristina

Pablo... Seu tipo de brilhantismo ofusca os outros, e estes, para não passar despercebido, já que nao conseguem fluorescer sozinhos, tentam dimiuir seu incandescer. (filosófico não?)

Mas é a pura verdade.

Eu não sou crítica, nem famosa. Mas, por consequência do meu modo de expressar, o fato de eu ser extrovertida e comunicativa, acaba eu falando com todo mundo, conhecendo varias pessoas...

Na internet, tenho 2 exemplos. Quando eu tinha 14 anos, eu participava de um fórum chamado AWP, de jogos. Sempre comunicativa, me tornei intima do dono do dominio, e acabei virando moderadora. E na época, mesmo sendo acolhida muito bem, e ter varios amigos, surgiram uns implicantes "danadinhos" que me tivaram do sério.

Agora eu jogo um RPGonline chamado Metin2. E conforme fui evoluindo, fui fazendo amizade com todos. Mas é dificil imaginar uma gamer de 21 anos. Então, tem sempre um pra implicar, me criticar ou me ofender... enfim.

Não tem comparação com o alvo que vc se tornou. Até porque, o seu trabalho é confrontar opiniões. E, como vc sabe, muitos seres inteligentes que te acompanham (porque pra odiar tem que conhecer...) não sabem distinguir "verdade absoluta" de "avaliação critica".


Amigo, eu adoro o seu trabalho, e depois que comecei a acompanhar seu blog, te admiro ainda mais.
Se vc convivesse comigo eu diria (Manda todo mundo se fuuuuu.....), mas como nossa amizade é distante (e espero q nao seja platonica) te digo para não ignorá-las, e sim absorver algo de bom delas. Até mesmo um "MORRA!!!" expressa tamanha vontade de vc se afastar do seu trabalho, que executa tão bem.


Um beijo pra vc, sua esposa e seus filhotes! ;)

Beatriz Cristina br

15/12/2009 14:23:01

Mara

Olá!
Pablo, acompanho o CEC há pelo menos 3 anos.
Gosto muito das suas críticas e nunca achei nada parecido por aí.
Acho incrível sua bagagem pessoal, que permite que você faça análises muito peculiares. E além disso,há todo o conhecimento cinematográfico que você possui.
Mas acontece uma coisa. Quando eu comecei a ler seu Blog, tenho que confessar que comecei a gostar de você como pessoa. Não é um endeusamento, por favor!
Mas fui tomada por uma afeição legítima com este pouco que você compartilha de você.
Leio suas críticas como quem conversa com um amigo mais experiente.
Não precisamos concordar em tudo, e você me proporciona outros olhares e muito aprendizado.
Uma dica: não se apegue nem aos elogios, nem às críticas. No entanto, considere todos como um reflexo do seu trabalho. Você escreve para pessoas, e estas pessoas podem gostar ou não, isto é normal.
E quanto às ofensas, é um problema de quem as faz. Ignore.

Um abraço,

Mara

Mara br

15/12/2009 20:08:27

Uncle Arthur

são anos de Crepusculo e Transformers, um cara com senso critico e muito visado na net não podia esperar outra coisa...

UHAUHAUHAUHAUHAUHUAHUAHAHUAHUHAUHAUHAUHAUHA

Uncle Arthur br

16/12/2009 12:29:43

Dilson Neto

A questão é que muitas pessoas não entendem que o crítico de cinema não é dono da verdade. É uma pessoa com formação cinematográfica mais especializada que dá sua opinião sobre filmes, a fim de gerar discussões. Se a crítica fosse uma ciência exata, seus profissionais não teriam opinião. Todas as críticas de todos os filmes seriam iguais.
Mas, se todo mundo pode opinar sobre um filme, qual a diferença entre um crítico e uma não-crítico? Simples: o crítico tem uma base em cinema que lhe permite entender com melhor clareza os recursos usados em uma determinada obra, por que tal diretor escolheu filmar uma cena de um jeito etc.
Eu não concordo com tudo que Pablo escreve. Há críticas das quais eu discordo quase totalmente. Há outras, porém, que fazem parecer que ele leu meus pensamentos. Mas não é pelas críticas negativas que eu vou odiá-lo. Afinal, o crítico deve escrever com consciência absoluta de suas ideias. Deve deixar clara a sua opinião em cada texto que escreve. E isso Pablo faz com maestria. Suas críticas são extremamente bem escritas. Quase nunca contêm erros de português, são coesas, coerentes e fluem de forma prazerosa. Eu já disse no twitter, por exemplo, que li a crítica de Anticristo, discordei totalmente e, mesmo assim, admito que está muito bem feita.
Comecei a entrar no Cinema em Cena há muito tempo. Acompanho o site desde o início da década, quando eu ainda estava cursando o primário. Nesse meio tempo, comecei uma faculdade de Direito, que larguei no 5º período para estudar cinema (não vou negar que Pablo foi um exemplo para eu criar coragem e fazer isso). Hoje, estou extremamente satisfeito com o que faço e não trocaria por nada nesse mundo. E, todos os dias, falo de filmes e enfrento opiniões contrárias às minhas. Mesmo que gere antipatia nas pessoas, não me incomodo. Digo a elas que é o meu ponto de vista, explico os motivos que eu tenho para gostar ou não de uma obra e pronto. Opinião, cada um tem a sua. E a discussão que pode surgir a partir de opiniões diferentes é maravilhosa. Muito melhor do que apenas se fechar pro que o outro tem a dizer e falar "odeio esse cara, porque não concordo com ele".
Pablo, acredito que você não deve dar tanta bola para essa galera que te odeia. Isso é algo que você faz frequentemente e eu sei que é difícil de superar. Mas você está em uma profissão que trabalha com opiniões. É lógico que um dia (ou vários...) você vai escrever algo ruim sobre um filme que tem uma legião de fãs cegos e eles vão te odiar! Penso que a melhor atitude para encarar os comentários que eles fazem é aquela que você tem com as crepusculetes: ler para dar risada.
Relaxe mais! Aproveite os leitores que querem realmente travar discussões sérias e esqueça os malucos que só sabem ofender!
Um grande abraço,
Dilson Neto

Dilson Neto br

16/12/2009 13:40:12

Roberto Santos

Mais uma postagem do Pablo no melhor estilo "Estou carente de atenção e elogios".
Você não vê Rubens Ewald Filho, Kleber Mendonça Filho ou o Luiz Carlos Merten escrever uma coluna sequer sobre como é detratora essa vida de crítica (Talvez isso justifique, de certa forma, seu profissionalismo, como crítico de cinema e não como um garoto chorão).
Mas Pablo continuamente tem que escrever algo do tipo. Mania chata, que objetiva apenas se fazer de vítima frente a seus leitores.

Roberto Santos br

16/12/2009 17:55:42

Diogo

das mais antigas prefiro a de "na captura dos friedmans"

Diogo br

16/12/2009 18:45:43

Tremper

Minha opinião é que o ciclo está ligado aos blockbusters.. quando eles estão no auge, os haters se multiplicam, quando o cinema fica mais artistico, eles somem... só minh opinião... (leitor desde 98)

Tremper

17/12/2009 1:27:51

Renato

Pablo,
nunca comentei nada em seu blog. Essa é, claro, a primeira vez. No entanto, acompanho seus textos há um bom tempo. E se o faço, é porque gosto. Resolvi escrever agora só para que meu comentário se some aos muitos outros elogios na tentativa de os "pareceres" positivos superarem em quantidade os negativos. Parece bobeira, mas sei o quanto é bom o apoio daqueles que nos acompanham. E eu sou um Leitor seu. Leitor quer dizer não apenas aquele indivíduo que casualmente lê algo. Leitor é aquele que acompanha a sua produção. Muitos críticos (e jornalistas/escritores) os têm em grande soma. Mas percebo que muitos desses autores estão suportados por grandes plataformas (escrevem em jornais/revistas que circulam aos milhares). Você criou a sua. O Cinema em Cena deve o seu sucesso aos seus textos. Todo o conteúdo multimídia oferecido pelo site é facilmente encontrado em qualquer outro portal, em qualquer "canto" da internet. O que não se encontra são textos como os seus. Não basta entender de cinema, ou apenas gostar. Saber escrever, seja um romance, seja resenha, é uma arte.

Acompanhando o seu blog, descobri o que há muito além do profissional: o ser humano. Seu amor por seus filhos, estampado em cada pequeno texto sobre os pequenos, transborda e se revela. E é lindo ver esse amor (acredite, não tive pai, e sei o quão faz falta um amor incondicional, desinteressado e inabalável como o que você demonstra ter). Não apenas como pai, mas como pensador da sociedade, dever que todos nós, cidadãos responsáveis pelo organismo social no qual habitamos, precisamos ter. Você, mesmo não sendo gay, não hesitou na hora de se indignar diante de absurdos cometidos contra essas pessoas (como no caso do dublador do Sean Pean). Mais difícil do que nos indignarmos com uma injustiça, é o fazermos quando o assunto em questão não nos diz respeito diretamente. Isso é sair do lugar confortável que o orgulho e o egoísmo nos abrigam. Você tem plenitude intelectual suficiente para perceber que não podemos aceitar atos horrendos com quaisquer seres humanos, sejam de qual tribo/grupo/classe fizerem parte. Sua revolta contra jornalecos e certos “barões” do jornalismo denotam que você não aceita o discurso adocicado e encantador de certos grupos empresariais e políticos que só se interessam em lesar o erário.

São questões pontuais que cito, mas servem como belos exemplos para elucidar a pessoa encantadora que você é. Você não me conhece, mas saiba que em muitos cantos desse país você tem quem te admire. Há até quem reproduza seus pensamentos (sem dar o devido crédito, como é de se esperar). Convivo com muitas pessoas que gostam de cinema e que discutem sempre quando podem. Não é raro ouvir alguém repetindo, quase sílaba por sílaba, pensamentos e impressões que estavam em seus textos (e só em seus textos, já que acompanho muitos críticos e percebo quando uma opinião é, digamos, exclusiva). Alguns desses sujeitos, além de não creditarem, ainda colhem alegremente os elogios àquele raciocínio que ninguém antes, aparentemente, tivera. (Claro que em uma situação como essa eu dou um jeito de lembrar o seu nome, como verdadeiro autor da idéia, mesmo diante das negativas do “espertalhão” – para usar adjetivo eufemista-.).

O meu único interesse em despender certo tempo para escrever o que escrevo é a solidariedade com um sujeito digno de minha admiração. Você que já gastou tanto do seu tempo escrevendo para eu ler (junto com outros milhares) merece essas palavras de reconhecimento. Haters, terroristas anônimos desse mundo virtual, existem aos montes. Muitos nem mesmo conhecem seu trabalho. Apenas dão vazão a suas mentes mesquinhas, a suas pulsões mais baixas (tal como skinheads que matam pela cor da pele ou pelas preferências sexuais de outros seres humanos que não lhes imputaram nenhum mal). Tê-los não é um privilégio seu. Esses kamikazes perseguem todos aqueles com notoriedade. E só se adquire notoriedade e, principalmente, permanece em evidência por tanto tempo quem faz um trabalho primoroso. E, claro, esse é o seu caso. Só posso lhe desejar parabéns, pelo profissional, pelo pai e pelo cidadão que você é.

Renato br

17/12/2009 12:19:44

Joaquim

Algumas pessoas apenas querem odiar e espalhar o ódio. E a internet dá janela para isso. Basicamente é isso que acontece.

Joaquim gb

17/12/2009 12:38:22

Chemis

Só botou esse comentário pra um monte de gente vir escrever que adora o CeC e que você é o melhor crítico, etc., etc.
Gosto de você Pablo, mas às vezes você me parece inseguro demais. Niguém é 'gostado' por todos, ninguém. Avalia o que as pessoas te dizem, aproveita o que for aproveitável e larga o que não for. Não sofra assim tão fácil. Senão é melhor largar essa vida de blog, twitter e tal. Afinal, você está exposto tanto pra ser aclamado quanto para ser criticado...

Chemis br

20/12/2009 16:48:06

Adriana

Uns amigos dizem que Pablo julga os filmes de um modo pessoal, e confere à opinião dele ares de verdade absoluta disfarçada como crítica, criticando não a qualidade técnica do filme mas sim o gosto alheio e as pessoas, determinando o que devemos ou não sentir ao assistirmos a um determinado trabalho...

Bom, ainda que haja alguma verdade nisso, eu adoro o estilo dele ^^

Adriana br

20/12/2009 22:11:26

Daniel Grandinetti

Senti apenas a necessidade de comentar esse curioso (e frustrante) ciclo que venho observando ao longo destes quase 16 anos (caramba) como crítico.

Eu acho que sua interpretação sobre essa questão está muito, muito, muito errada! Ou seja, acho que você está se sentindo frustrado porque não está entendendo a coisa direito. Não há nada mais indicativo da competência de quem escreve para o grande público do que a quantidade de pessoas que te odeiam. O caso seria diferente se você fosse um escritor de literatura, cujo público alvo fosse selecionado e reduzido... Diferente, mas também nem tanto. Porém, ao lidar com o grande público e ser odiado - odiado e divulgado - você pode ter a certeza de que suas críticas alcançaram um nível de fundamentação bem além do simples senso comum. Sim, pois o grande público não suporta o que vai além do senso comum. Entretanto, por sua vez, este mesmo grande público, ao invés de exaltar uma crítica comum, simplesmente a trata com indiferença.

O senso comum é sempre ignorado, e aquilo que vai além dele é sempre - ou quase sempre - mal-entendido. E esse "quase" é o que salva, pois há aqueles que também sabem apreciar uma opinião fora do senso comum - e quando digo apreciar, não digo necessariamente concordar, pois quem sabe apreciar uma opinião de fundamento que fuja ao senso comum, sabe fazer isso independentemente de concordar com ela ou não. Uma boa crítica será sempre boa, ainda que discordemos dela.

Portanto, Pablo, agradeça bastante aos que te odeiam. Pois eles são a prova viva da sua competência. Para quem escreve ao grande público, há apenas dois caminhos: o do ódio ou o da indiferença. Mas o caminho do ódio será sempre temperado com o amor daqueles que - mesmo poucos, ou talvez nem tanto - saberão apreciar o que você escreve.

Daniel Grandinetti br

24/12/2009 9:33:05

Chico Ribeiro

Só sinto raiva quando fica muito tempo sem publicar! No mais, só elogios.
Continue com o bom trabalho!

Chico Ribeiro br

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