Filmes de Janeiro/2010

by Pablo 1. fevereiro 2010 05:35

Filmes vistos (ou revistos) durante o mês de janeiro:

Messages Deleted (Idem, Canadá, 2009. Dir: Rob Cowan. Com: Matthew Lillard, Deborah Kara Unger, Chiara Zanni, Gina Holden, Serge Houde, Michael Eklund.) - Encerrando a “trilogia do telefone” de Larry Cohen, esta produção é a que conta com o pior roteiro (o que é curioso, considerando seu protagonista), além de trazer péssimas atuações e uma direção capenga. Mas a premissa é curiosa, ainda que nada original. (2 estrelas em 5)

Fora de Controle (Changing Lanes, EUA, 2002. Dir: Roger Michell. Com: Ben Affleck, Samuel L. Jackson, Sydney Pollack, Amanda Peet, Toni Collette, Richard Jenkins, Dylan Baker, William Hurt.) - Evitando o maniqueísmo, o roteiro cria dois personagens complexos e ambíguos ao mesmo tempo que recheia a narrativa com diálogos bem construídos e instigantes. (4 estrelas em 5)

Segunda-feira ao Sol (Las lunes al sol, Espanha/França/Itália, 2002. Dir: Fernando León de Aranoa. Com: Javier Bardem, Luis Tosar, José Ángel Egido, Nieve de Medina, Enrique Villén, Celso Bugallo, Serge Riaboukine, Ainda Folch, Joaquín Climent.) - Delicado drama que, com seu elenco coeso encabeçado por um Bardem vigoroso e intenso, funciona como um testemunho do impacto psicológico e moral provocado pelo desemprego numa economia em recessão. (5 estrelas em 5)

Touro Indomável (Raging Bull, EUA, 1980. Dir: Martin Scorsese. Com: Robert De Niro, Joe Pesci, Cathy Moriarty, Frank Vincent, Nicholas Colasanto, Theresa Saldana, Mario Gallo, Johnny Barnes.) - Um estudo psicológico brutal sobre um homem dominado pelo ciúme, a insegurança e a paranóia e que traz, além da direção inspirada e expressiva de Scorsese, três atuações formidáveis por parte de De Niro, Pesci e Moriarty. (5 estrelas em 5)

Megafault (Idem, EUA, 2009. Dir: David Michael Latt. Com: Brittany Murphy, Eriq La Salle, Bruce Davison, Justin Hartley, Paul Logan.) - Que triste legado deixado por Murphy, que, em um de seus últimos trabalhos, surge patética e sem vida num filme que, para ser considerado trash, teria que melhorar muito. Espero sinceramente que a atriz não tenha visto este longa antes de morrer. (1 estrela em 5)

New York, New York (Idem, EUA, 1977. Dir: Martin Scorsese. Com: Liza Minnelli, Robert De Niro, Lionel Stander, Barry Primus, Mary Kay Place, Georgie Auld, Clarence Clemons.) - Embora interessante, a direção de arte acaba se tornando uma distração e os números musicais são, em sua maioria, entediantes (uma das exceções é o número-título). Por outro lado, De Niro e Minnelli criam personagens complexos que despertam a curiosidade do espectador. Um Scorsese menor. (3 estrelas em 5)

Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids, EUA, 1989. Dir: Joe Johnston. Com: Rick Moranis, Matt Frewer, Thomas Wilson Brown, Amy O’Neill, Jared Rushton, Robert Oliveri, Marcia Strassman, Kristine Sutherland, Mark L. Taylor.) - O visual oitentista e os efeitos visuais datados acabam contribuindo para o charme do filme, que ainda consegue divertir. (3 estrelas em 5)

Burden of Dreams (Idem, EUA, 1982. Dir: Les Blank. Com: Werner Herzog, Klaus Kinski, José Lewgoy, Claudia Cardinale.) - O retrato extraordinário de um cineasta que, como o protagonista de seu filme, se entrega à obsessão por amor à Arte. (5 estrelas em 5)

Fitzcarraldo (Idem, Alemanha Ocidental/Peru, 1982. Dir: Werner Herzog. Com: Klaus Kinski, José Lewgoy, Claudia Cardinale, Grande Othelo, Miguel Ángel Fuentes, Huerequeque Enrique Bohórquez, Paul Hittscher, Grande Otelo, Milton Nascimento, Ruy Polanah.) - A abordagem de imersão adotada por Herzog, somada à performance intensa de Kinski, resulta numa experiência única e inesquecível. (5 estrelas em 5)

Metrópolis (Metoroporisu, Japão, 2001. Dir: Rintaro. Com as vozes de Kei Kobayashi, Yuka Imoto, Kouki Okada, Tarô Ishida, Kousei Tomita, Norio Wakamoto, Junpei Takiguchi.) - Com uma fabulosa direção de arte, uma animação expressiva e temas complexos, o filme representa um estímulo visual, intelectual e emocional intenso, resultando numa experiência fascinante. (5 estrelas em 5)

S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs, EUA, 1987. Dir: Mel Brooks. Com: Rick Moranis, Bill Pullman, Daphne Zuniga, John Candy, Mel Brooks, Dick Van Patten, Michael Winslow, Stephen Tobolowsky, George Wyner e as vozes de Joan Rivers e Dom DeLuise.) - Ainda que não consiga recapturar a acidez e a inteligência de seus esforços da primeira fase da carreira, Brooks consegue divertir graças a algumas belas sacadas e ao simples conceito de Moranis como Dark Helmet. (3 estrelas em 5)

Jogos Mortais 6 (Saw VI, EUA/Canadá, 2009. Dir: Kevin Greutert. Com: Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell, Shawnee Smith, Mark Rolston, Peter Outerbridge, Athena Karkanis, Samantha Lemole.) - Embora ainda não tenha assumido o tom de auto-paródia que eventualmente envolve toda franquia do gênero, a série já começou há muito a provocar risos involuntários. (2 estrelas em 5)

Jogos Mortais 5 (Saw V, EUA/Canadá, 2008. Dir: David Hackl. Com: Tobin Bell, Costas Mandylor, Scott Patterson, Julie Benz, Betsy Russell, Meagan Good, Carlo Rota, Greg Bryk.) - Será que os fãs da série não percebem que o conceito dos flashbacks e de mexer com a cronologia dos capítulos anteriores é uma forma encontrada pelos produtores para que possam refazer o original de novo e de novo e de novo? (2 estrelas em 5)

Eddie Izzard: Live from Wembley (Idem, Inglaterra, 2009. Dir: Sarah Townsend. Com: Eddie Izzard.) - No mesmo ano em que protagonizou o ótimo Stripped, Izzard, apresentando-se para 40 mil pessoas, surge numa performance tristemente irregular e sem estrutura visível que soa mais como um (fraco) improviso do que como um texto estudado e ensaiado. (2 estrelas em 5)

Soldado Universal 3 - Regeneração (Universal Soldier: Regeneration, EUA, 2009. Dir: John Hyams. Com: Jean-Claude Van Damme, Andrei Arlovski, Emily Joyce, Zahary Baharov, Kerry Shale e Dolph Lundgren.) - Embora Van Damme ainda tenha boa presença e a coragem de encarnar seu herói como um quase zumbi, Lundgren mal dá as caras (frustrando até mesmo os filhotes da década de 80) neste filme estúpido em conceito e execução. (1 estrela em 5)

Pintando o Sete (Idem, Brasil, 1959. Dir: Carlos Manga. Com: Oscarito, Cyl Farney, Sonia Mamede, Ilka Soares, Maria Petar, Antônio Carlos, Ema D’avila.) - Embora comece de maneira promissora, logo se perde ao ignorar Oscarito e optar por concentrar-se no romance desinteressante protagonizado pelo (também produtor do filme) Farney. (1 estrela em 5)

Visões de Sherlock Holmes (The Seven-Per-Cent Solution, Inglaterra/EUA, 1976. Dir: Herbert Ross. Com: Alan Arkin, Robert Duvall, Nicol Williamson, Vanessa Redgrave, Samantha Eggar, Jeremy Kemp, Charles Gray, Laurence Olivier.) - Uma premissa interessante que, relativamente bem desenvolvida, se beneficia bastante das ótimas atuações do trio principal. (3 estrelas em 5)

O Cérebro de um Bilhão de Dólares (Billion Dollar Brain, Inglaterra, 1967. Dir: Ken Russell. Com: Michael Caine, Karl Malden, Ed Begley, Oskar Homolka, Françoise Dorléac, Guy Doleman, Vladek Sheybal.) - No mais fraco exemplar da série, Harry Palmer perde a personalidade irreverente, enfrenta uma ameaça absurda encabeçada por uma caricatura em um filme aborrecido e sem pé nem cabeça. (1 estrela em 5)

O Senhor das Armas (Lord of War, EUA/França, 2005. Dir: Andrew Niccol. Com: Nicolas Cage, Ethan Hawke, Bridget Moynahan, Jared Leto, Ian Holm, Eamonn Walker, Sammi Rotibi e a voz de Donald Sutherland.) - O anti-herói complexo oferece ao brilhante roteiro a oportunidade de analisar, de forma inventiva e fascinante, o mercado negro (abastecido por grandes governos) das armas de fogo. (4 estrelas em 5)

Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi (Star Wars: Episode VI – Return of the Jedi, EUA, 1983. Dir: Richard Marquand. Com: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, Sebastian Shaw, Ian McDiarmid, Warwick Davis, David Prowse, Billy Dee Williams, Alec Guinness e as vozes de James Earl Jones e Frank Oz.) - A fragilidade de Marquand como diretor e a crescente infantilização da narrativa são facilmente constatáveis, mas ainda assim o filme consegue fechar satisfatoriamente a trilogia original. (4 estrelas em 5)

O Detonador em Alta Voltagem (Live Wire, EUA, 1992. Dir: Christian Duguay. Com: Pierce Brosnan, Ron Silver, Lisa Eilbacher, Ben Cross, Tony Plana, Philip Baker Hall, Lauren Holly.) - Com sua cena de sexo cafona, seus diálogos patéticos, seus efeitos trash e seu roteiro absurdo, quase acaba servindo como diversão involuntária. Quase. (1 estrela em 5)

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca (Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back, EUA, 1980. Dir: Irvin Kershner. Com: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, David Prowse, Billy Dee Williams, Alec Guinness e as vozes de James Earl Jones e Frank Oz.) - O melhor de toda a série, este episódio abraça o potencial sombrio do universo concebido por Lucas e consegue equilibrar com eficiência os aspectos infantis da narrativa com os momentos de maior densidade. (5 estrelas em 5)

Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança (Star Wars: Episode IV – A New Hope, EUA, 1977. Dir: George Lucas. Com: Mark Hamill, Harrison Ford, Alec Guinness, Carrie Fisher, Peter Cushing, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, David Prowse e a voz de James Earl Jones.) - Lucas consegue imprimir energia à direção e estabelece seus personagens como figuras imediatamente icônicas, mesmo que, aqui e ali, seus péssimos diálogos comprometam a experiência. (4 estrelas em 5)

Mary & Max (Idem, Austrália, 2009. Dir: Adam Elliott. Com as vozes de Bethany Whitmore, Philip Seymour Hoffman, Toni Collette, Eric Bana e Barry Humphries.) - A formidável direção de arte, as dublagens impecáveis, o roteiro sensível e a direção inteligente transformam esta animação em uma experiência tocante, madura e inesquecível. (5 estrelas em 5)

Peter Pan – De Volta à Terra do Nunca (Return to Neverland, EUA, 2002. Dir: Robin Budd, Donovan Cook. Com as vozes de Harriet Owen, Blayne Weaver, Corey Burton, Jeff Bennett, Kath Soucie, Spencer Breslin.) - Suficientemente divertido e com toques certos de drama para não manchar a memória do original. (3 estrelas em 5)

5.0 ponto(s). Avaliado por 3 pessoas

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Comentários

1/2/2010 10:41:02

rosi

Obrigada por postar os filmes com as notas!
Agora a gente tenta ver todos Laughing

rosi br

1/2/2010 11:55:47

Tiago

Nossa, que perda de tempo hein Pablo? é impressionante a quantidade de filmes ruins ou insignificantes nessa lista. Uns 3 ou 4 dessa lista se salvam. não seria mais produtivo gastar esse tempo com filmes mais importantes?

Tiago br

1/2/2010 12:14:46

Pedro S.E.

Muita saudades desses posts! Já vi grandes filmes seguindo eles =) Valeu, Pablo!
E a trilogia clássica enfim comentada!! Laughing Sempre tive dúvidas se O Retorno de Jedi ganharia 3 ou 4 estrelas(4, viva!).

Pedro S.E. br

1/2/2010 12:36:35

Lukg3

No total, quantos filmes você já assistiu em 2010, Pablo?
Eu já estou nos 35 =)
(mas isso por causa da férias, com certeza nem chegarei perto de seu número no final do ano hehehe)
Grande abraço!

Lukg3 br

1/2/2010 12:46:59

Pablo

Tiago, estou esperando sua lista para saber o que devo assistir em fevereiro. Em vez de tentar ver novas produções (boas e ruins), você sugere que eu reveja todo Fellini, talvez? Você ficaria mais feliz?

Lukg3, 38.

Pedro, quase, quase, dei 3. Os Ewoks são uma dureza.

Rosi, vai tentar ver TODOS? Até Megafault?! Smile

Pablo

1/2/2010 13:58:21

Thiago

Ótima essa lista!!! A idéia é ser mensal...?

Thiago

1/2/2010 14:05:34

Tiago

Rever filmes bons costuma ser muito mais produtivo do que ver filmes ruins.

Tiago br

1/2/2010 14:12:57

Tiago

Rever filmes bons costuma ser muito mais produtivo do que ver filmes ruins.

Tiago br

1/2/2010 14:17:47

Tiago Lipka

Rever filmes vai do gosto da pessoa. Agora vão encher o Pablo porque ele não assistiu os filmes que vc queria? Ah, vá pastar...

(Pablo, vc não confundiu esse Tiago comigo, certo?)

Tiago Lipka br

1/2/2010 14:28:17

Tiago Lipka

eeeee, meu comentário foi deletado. Bacana.

Tiago Lipka br

1/2/2010 14:42:50

Tiago

Eu sinceramente duvido que toda a história de cinema não dê conta do quantos filmes o Pablo vê por dia, e que agora que ele já viu TODOS os filmes relevantes da história do cinema, ele seja obrigado a assistir filmes como "Soldado Universal" 3 ou "O Detonador em Alta Voltagem". Só o John Ford tem uns 100 e poucos filmes. O Bergman, uns 50. Já dá pra se divertir com esses sem precisar recorrer às bombas que o Pablo anda vendo.

Tiago br

1/2/2010 14:48:32

Tiago Lipka

Ué, meu comentário reapareceu =S

Bizarro...

Tiago Lipka br

1/2/2010 14:56:54

Pablo

Tiago,

eu gosto de ver TODO TIPO DE FILME. Como digo em meu curso: nós aprendemos com os filmes bons, mas também aprendemos MUITO com os filmes ruins. Além disso, um reencontro de Van Damme e Lundgren é algo que Ford nunca dirigiu.

Enfim. Só acho inacreditável que agora questionem os filmes que VEJO e não só minhas opiniões acerca deles.

Pablo

1/2/2010 15:00:34

Pablo

Além disso, você ignorou completamente o fato de eu te revisto Fitzcarraldo, Burden of Dreams, Touro Indomável e Segunda-feira ao Sol e ter visto pela primeira vez Metrópolis e Mary & Max. E...

... Deus, por que estou dando satisfação do que vejo?

Em fevereiro, aguarde a maratona Steven Seagal.

Pablo

1/2/2010 15:05:07

Tiago Lipka

Que fique constado que eu fui o Tiago que defende o Pablo do outro Tiago seguindo a filosofia do #LeavePabloAlone e a minha própria e...

ah, vou tirar um cochilo.

Tiago Lipka br

1/2/2010 15:49:28

Caio

e eu ainda to esperando um comentario em audio sobre Moon - Lunar.

Caio br

1/2/2010 15:57:46

Romulo

"Só acho inacreditável que agora questionem os filmes que VEJO e não só minhas opiniões acerca deles."


AHHAHAHAAHHA. credo, que povo radical.

Romulo br

1/2/2010 16:17:36

xlucas

... Em fevereiro, aguarde a maratona Steven Seagal.

KKKKKKK, essa foi ótima... Smile... Pablo, vc é mau Smile

xlucas br

1/2/2010 16:31:46

Baldin - MP13

É melhor ver Steven Seagal do que aquela festa ridícula de gente feia que chamam de Carnaval... ;P

Baldin - MP13 br

1/2/2010 17:40:19

Tiago

Pablo, eu concordo que também se pode aprender com filmes ruins, mas é raro. E eu não ignorei os filmes bons que vc (re)viu, tanto que antes comentei que poucos se salvavam.

E não precisa dar satisfação sobre o que vc assiste, eu nem mesmo pedi isso. Pode assistir o que quiser. Só comentei que considerava grande parte da lista uma perda de tempo. Se eu já tivesse visto todos os filmes importantes do cinema como vc, gastaria meu tempo com literatura ou outra arte, ao invés de ficar vendo filmes ruins. Mas nada pessoal.

Tiago br

1/2/2010 17:53:04

Alex Melo

Pablo, para de brigar por causa disto, rapá... querer escolher o filme que os outros vão ver não merece vc se esquentar não.

Fora que: como saberíamos o quanto um filme é bom se não fossem as bombas?

Alex Melo

1/2/2010 18:02:03

Achilles de Leo

Decepcionante. Até agora, assisti apenas 13 filmes em 2010, e 19 episódios de série.

E dos 3 livros que estou lendo simultaneamente (Paixão Segundo G.H, Lolita e a Ilíada), ainda não terminei nenhum. Detalhe: comecei o dificílimo G.H. ano passado.

Achilles de Leo br

1/2/2010 18:03:17

Maxwell

Pablo, Pablo, que feio !! Como que vc em a audácia de perder tempo assistindo filmes que nao sejam o supra-sumo da sétima arte ? Como vc ousa perder tempo assistindo "Querida, encolhi as criaças" ? Só falta ver "Gremlins" e "Gremlins 2" agora....

E o pior. Sobre os filmes que vc ainda não tinha visto ... Vc não sabia se eles eram bons ou ruins ANTES DE VÊ-LOS ? Onde anda a sua mediunidade ??? Qualquer cinéfilo que se preze sabe se um filme é bom antes inclusive dele ser produzido ...

E tem mais. Quanto filme infantil, Pablo !!! Ponha os seus pimpolhos para ver filmes emocionalmente mais fortes, como o "Homem Elefante" e "A Lista de Schindler". "Peter Pan" é para os fracos !!!

É isso. E viva o Van Damme !!!


Maxwell

1/2/2010 19:36:22

Leandro Moraes

Gosto de Dolph Lundgren, filme de macho. Poderíamos fazer uma vaquinha e o Pablo dirige o Dolph num filme brazuca. O cara é gente fina.

E tem um filme do Steven Seagal onde ele põe uma bola de bilhar numa "meia" e mete no pessoal. Tem aquela apresentação do Arnold sentado no helicóptero e fumando. Tem coisas legais nos anos 80. Podem não ser clássicos, mas tem personagens com conceitos interessantes. Falta ver o primeiro Tartarugas Ninjas.

Mas não dispenso ver a Sabrina Sato, Viviane Araújo, ect... sambando na avenida. Aliás, alguém lembra dos samba-enredo (cariocas) de 93 ou 94? Eram show de bola.

Leandro Moraes

1/2/2010 19:50:15

Vitor Mazon

Off topic:

Pablo, por acaso você tentará antecipar os indicados ao Oscar, que serão divulgados amanhã? É que é bem divertido quando você o faz...

Abraço!

Vitor Mazon

1/2/2010 19:55:14

Aquiman Costa

Eu ainda só conseguir ver a 20 filmes e ainda estou lendo o livro Cinema Além Das Montanhas do Pablo. Aliás, estou amando o livro. Smile

Aquiman Costa br

1/2/2010 20:25:20

Marco Antonio

"Em fevereiro, aguarde a maratona Steven Seagal."

Hahahahahahahaha...Vou esperar!

Marco Antonio br

1/2/2010 21:27:40

Samuel

Pablo, como você chama estas pequenas críticas? Micro-críticas? As vezes, quando busco um filme no Cinema em Cena e este não tem a crítica cadastrada, fico um pouco frustrado. Sugiro que você consiga uma forma de linkar estas micro-críticas no site. O que acha?

Samuel br

2/2/2010 13:49:03

Beatriz Cristina

Ah Pablo, mnda todo mundo se f....

Você ve o filme que quiser. Se quiser fazer maratona de Crepusculo também, numa boa....

auauhahuahuauahauhuahahu!

Beijomelinka...

Beatriz Cristina br

2/2/2010 17:23:05

Romulo

Tiago é um gênio. Sabe quando o filme é importante e bom ANTES de vê-lo. Daí ele escolhe bem o tempo dele.

Romulo br

3/2/2010 11:33:31

Fábio Rocha

Touro Indomável Comemora 30 anos de vida! É o melhor de Scorsese!

Fábio Rocha br

4/2/2010 19:15:33

Fabrício

Eu sempre quis saber a opinião sobre a primeira trilogia Star Wars. E sempre achei os romances forçados demais, mas nunca ousava afirmar isso, afinal, era Star Wars! Mas... sei lá, pela importância dos filmes, dei 5 estrelas pra todos eles. E tb pq se fica viciado na história.

Fabrício br

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